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AMO Cultura: Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBTV) volta ao público com acervo histórico na Vila Mariana

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Fotos por profª Fernanda Iarossi

Em setembro de 2025, o Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV) reabriu em São Paulo, como parte das comemorações dos 75 anos da TV no Brasil, iniciados com a pioneira TV Tupi. Localizado na Vila Mariana, reúne peças que retratam a história da radiodifusão brasileira, sob curadoria do professor Elmo Francfort, docente da Universidade Anhembi Morumbi (AMO).

Durante a pandemia, o museu precisou ser fechado por questões administrativas. Em 2023, ganhou um novo nome: MBRTV – Museu Brasileiro de Rádio e Televisão, ampliando o foco do acervo. A reabertura contou com parcerias importantes, como a da AMO, que já apoia o projeto há algum tempo e tem dois alunos voluntários para contribuir com a organização neste momento simbólico de retorno.

Murilo Tomé, estudante de Jornalismo da AMO, compartilha a experiência: “Estou aprendendo muito sobre como é importante unir a história do rádio e da televisão. Ajudo no acervo, nas visitas e também escrevo para o site oficial do museu, o www.museudatv.com.br”.

Francfort explica que está há mais de 20 anos envolvido com o museu. Seu vínculo começou quando ainda era aluno da AMO. “No meu TCC, a pioneira Vida Alves esteve presente na banca. O museu começou, inclusive, na casa dela”, recorda.

Também destaca a importância da reabertura do museu. “É um momento marcante para a história da televisão, não apenas pelos 75 anos da TV no Brasil, mas também pelos 30 anos do projeto MBRTV”.

Para ele, o maior valor do projeto está na troca de vivências com os alunos. “Não se trata apenas de ensinar ou relembrar o passado. No museu, é possível ver, tocar, assistir à história da televisão. A TV nasceu com improviso, criatividade e profissionalismo, e isso se manteve ao longo das décadas. Hoje, essa área integra não só rádio e TV, mas também a internet”, afirma.

Entre os destaques do acervo, estão televisores de várias décadas, incluindo modelos que já foram usados em transmissões históricas. Chamam atenção câmeras de grandes produções e marcos importantes da TV brasileira, como a primeira câmera de telejornalismo usada no país. Além dos equipamentos, o público pode conferir figurinos e objetos de cena originais de novelas que marcaram época, como Sinhá Moça, Roque Santeiro e As Pupilas do Senhor Reitor. E para quem gosta de premiações, o museu também exibe troféus famosos, como o Imprensa, o Tupiniquim e o Roquette-Pinto.

A exposição “TV ANO 75” foi lançada durante a SET EXPO, no Distrito Anhembi, em agosto de 2025. Agora, está em cartaz na sede do MBRTV até o dia 7 de novembro de 2025.

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Museu Brasileiro de Rádio e Televisão (MBRTV)
Rua Humberto I, 927, Vila Mariana. São Paulo.
Visitas podem ser feitas de terça a quinta-feira, das 14h às 16h, e no último sábado de cada mês, no mesmo horário.
Os ingressos custam R$ 12,00.
Mais informações estão disponíveis no site oficial do museu: https://www.museudatv.com.br/

Obs.: Alunos da AMO têm entrada gratuita no museu.

E você, aluno, vai perder a chance de conhecer de perto a história da televisão brasileira?

Texto de Jessica Monik (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Imagens cedidas pela equipe do MBRTV.

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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter

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Aperta os cintos!

A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.

Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.

Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.

Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.

Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.

Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.

A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.

“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.

Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves

Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia

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Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.

As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do

Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal

Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.

O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.

O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.

Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.

O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.

Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.

O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Yoga: conexão entre corpo e mente

O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.

A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.

Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração

O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.

A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.

A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.

As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda

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Arte terapia com oficinas

Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.

É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.

O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.

Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.

Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.

Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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