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AMO CUIDAR: alunos de Fisioterapia atuam na recuperação de queimaduras físicas e emocionais

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Pouca gente sabe, mas dentro da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) no campus Mooca existe um trabalho contínuo e essencial na reabilitação de vítimas de queimaduras. A iniciativa, conduzida por estudantes do curso de Fisioterapia sob supervisão da professora Mariana Mérida Carrillo, mestre em Regeneração Cutânea, no programa de Cirurgia Plástica da Unifesp e que atua na área há 23 anos. 

O projeto existe desde 2014, atendendo crianças e adultos. Segundo a professora, a maioria dos pacientes não encontra atendimento especializado na rede pública e chega à universidade por encaminhamento médico ou busca própria. “Muita gente não tem onde se tratar. É uma população vulnerável, e não se encontra profissionais na área por não gerar lucro”, afirma Mariana.

Como o projeto funciona 

O atendimento ocorre na clínica-escola da instituição, funciona como um espaço dedicado a casos de queimaduras, que ocorre com atendimentos de alunos da AMO e com supervisão. Pacientes são avaliados gratuitamente, e cada plano de tratamento é definido de acordo com as necessidades físicas, motoras e estéticas. A sessão custa, em média, R$ 25 — valor social para garantir acesso. 

A reabilitação varia conforme a gravidade das queimaduras: as leves podem ser tratadas em meses. Já pacientes com lesões profundas podem ser acompanhadas por anos, pois a pele lesionada não cresce na mesma proporção do corpo. Alguns pacientes estão há mais de quatro anos em atendimento. 

Além da parte física, o atendimento trabalha autoestima e reinserção social. Crianças passam por festas temáticas, atividades lúdicas e recebem acolhimento para enfrentar o trauma. O atendimento, segundo a docente, é “um trabalho de formiguinha”, lento, contínuo e que exige sensibilidade.  

Para atendimentos devem entrar em contato pelo WhatsApp (11) 2790-4653 e agendar uma consulta. 

Formação dos alunos 

O serviço é parte obrigatória do estágio em Fisioterapia Dermato-funcional. Só participam alunos que já cursaram a disciplina teórica e do curso de Fisioterapia. Aprendem na prática a lidar com cicatrizes, limitação de movimentos, rigidez de tecidos e impactos emocionais. 

Casos que marcam 

As histórias são diversas e impactantes, acidentes domésticos a explosões em restaurantes. Mariana cita casos de queimaduras graves causadas por álcool e fogo durante situações rotineiras, como preparar fondue ou abastecer um fogareiro. “A vida muda em segundos. A prevenção ainda é muito negligenciada”, destaca. 

Impacto social e luta por políticas públicas 

O trabalho ultrapassa as paredes da universidade. Pacientes e equipe ajudaram a criar a ANAVIC (Associação Nacional de Vítimas de Queimaduras) e já conseguiram aprovar projetos importantes, como o reconhecimento de queimados graves como pessoas com deficiência e a distribuição gratuita de malhas compressivas pelo governo 

Cerca de um milhão de queimaduras ocorrem anualmente no Brasil, segundo dados do Ministério da Saúde. As queimaduras provocaram quase 20 mil mortes (19.772) entre 2015 e 2020 no país, mais da metade por queimaduras térmicas (53,3%) e 46,1% por queimaduras elétricas. 

Por isso, a Lei nº 12.026/2009 instituiu o Dia Nacional de Luta Contra Queimaduras, com o objetivo de divulgar as medidas preventivas necessárias à redução da incidência de acidentes envolvendo queimados. A data é lembrada nesta quinta-feira (06). 

A Sociedade Brasileira de Queimaduras (SBQ) está promovendo a campanha Junho Laranja, com o slogan “Queimaduras. Na minha casa não!”, com foco na prevenção de acidentes domésticos, visto que 70% dos casos com queimaduras ocorrem neste ambiente, tendo crianças (92%) e idosos (84,4%) como principais vítimas. 

Prevenção: o que fazer em caso de queimadura 

Primeira medida correta: água corrente e fria imediatamente sobre o local. Nada de pasta de dente, café, manteiga, óleo ou qualquer receita caseira, tudo isso piora a lesão. 

Segundo a professora Mariana, o caminho é simples: 

  • – Resfriar a área com água corrente;
  • – Não remover tecidos grudados na pele;
  • – Buscar atendimento médico rápido;
  • – Em caso de fogo no corpo, deitar no chão e rolar para abafar as chamas .

“O reflexo natural é correr, mas isso só aumenta o fogo. Informação salva vidas”, alerta. 

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Núcleo de Reabilitação e Fisioterapia para criança e adulto com queimadura
Campus Mooca da AMO – Rua Doutor Almeida Lima, 1134 (próximo à estação Bresser-Mooca – Linha Vermelha do metrô).
Para agendamento – WhatsApp (11) 2790-4653.

Texto de Karina Rodrigues (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos de: Mariana Mérida

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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter

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Aperta os cintos!

A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.

Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.

Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.

Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.

Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.

Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.

A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.

“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.

Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves

Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia

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Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.

As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do

Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal

Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.

O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.

O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.

Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.

O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.

Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.

O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Yoga: conexão entre corpo e mente

O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.

A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.

Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração

O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.

A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.

A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.

As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda

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Arte terapia com oficinas

Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.

É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.

O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.

Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.

Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.

Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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