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AMO INOVAÇÃO: Projeto voltado à neurodiversidade da Anhembi chega à final do Shark Hub 2026

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Desenvolvido por estudantes de diferentes áreas e orientado pelo professor Felipe Faraco da Universidade Anhembi (Morumbi (AMO), o TEA SoundScape utiliza tecnologia e experiências sonoras personalizadas para promover conforto acústico e bem-estar sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele foi selecionado para a final do Shark Hub, programa de inovação do ecossistema Ânima voltado ao desenvolvimento de soluções com potencial de transformação social e tecnológica, na categoria HealthLab, dedicada a projetos voltados à saúde, qualidade de vida e bem-estar.

Fruto de projeto de iniciação científica, o TEA SoundScape foi desenvolvido por estudantes dos cursos de Produção Musical e Fonográfica, Tecnologia da Informação, Publicidade e Propaganda (Marketing) e Psicologia. Propõe uma solução tecnológica para promover conforto acústico e apoio à regulação sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A equipe avançou para a fase decisiva após se destacar inicialmente entre os semifinalistas da competição.

O projeto chamou a atenção da banca avaliadora durante as apresentações ao vivo e garantiu sua classificação para a final por meio do pitch apresentado pelo estudante Rafael Domingos, do curso de Produção Musical e Fonográfica.

Como funciona
É um aplicativo desenvolvido para promover conforto acústico e bem-estar sensorial para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A proposta busca utilizar experiências sonoras personalizadas para auxiliar na regulação sensorial, respeitando a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário.

É um trabalho conjunto dos estudantes Alice Sampaio Conson, Ana Carolina Coronel, Breno, Heitor Terciotte, João Henrique Fernandes, Maísa Bento Santos, Natali Xavier, Nickolas Peres Medeiros Alves, Rafael Domingos, Stephany Caroline Francisco da Silva, Taís Rodrigues da Silva, Victor Hugo e Vinícius Montalvão Alvarado, demonstrando a força da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento.

Mais do que uma solução tecnológica, o projeto reflete o compromisso da equipe com os princípios de diversidade, inclusão e acessibilidade. Desde sua concepção, o TEA SoundScape foi pensado para compreender e respeitar as diferentes experiências sensoriais vivenciadas por pessoas dentro do espectro autista, reconhecendo a singularidade de cada indivíduo e valorizando a neurodiversidade como elemento central do desenvolvimento da plataforma.

Para os participantes, a inovação deve estar associada à promoção de impacto social positivo e à construção de soluções capazes de tornar a sociedade mais inclusiva.

Enquadrado na categoria HealthLab, o projeto une pesquisa científica, tecnologia e impacto social para desenvolver uma ferramenta que respeita a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário, demonstrando como a inovação pode contribuir para a construção de soluções mais humanas e acessíveis.

A responsabilidade de representar a equipe diante da banca avaliadora ficou a cargo do estudante Rafael Domingos, que conduziu o pitch decisivo responsável por garantir a classificação do projeto para a etapa final da competição. Segundo ele, o resultado é consequência direta do trabalho colaborativo desenvolvido ao longo de um ano de pesquisa e aprimoramento da proposta. “Apresentar o projeto para uma banca de especialistas foi uma experiência desafiadora e extremamente enriquecedora. Acredito que a confiança na comunicação, aliada à imersão que tive durante todo o desenvolvimento do TEA SoundScape junto aos meus colegas e ao professor Felipe Faraco, permitiu transmitir com clareza não apenas os aspectos técnicos da solução, mas também o propósito humano que existe por trás dela. Nosso objetivo sempre foi mostrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão, respeitando a diversidade neurológica e as vivências individuais de cada pessoa. Ver esse trabalho ser reconhecido e alcançar a final do Shark Hub é motivo de orgulho para toda a equipe”, destaca o estudante de Produção Musical.

O caráter multidisciplinar do projeto tem sido um dos principais diferenciais apontados durante a competição. Ao integrar conhecimentos de música, tecnologia, psicologia e comunicação, a equipe desenvolveu uma solução que alia pesquisa científica, inovação tecnológica e impacto social.

A conquista também foi celebrada pelo professor Felipe Faraco, idealizador e orientador do projeto. Segundo ele, um dos aspectos mais gratificantes da trajetória do TEA SoundScape foi acompanhar a transformação de uma ideia inicial em um projeto construído coletivamente pelos estudantes.

“O TEA SoundScape nasceu como uma ideia minha, mas fico extremamente feliz em perceber que ele se tornou nosso. Hoje, o projeto é resultado do trabalho conjunto entre mim e os estudantes participantes, que atuam como verdadeiros parceiros no desenvolvimento da solução. Essa é uma das experiências mais valiosas proporcionadas pelo Ânima Hub: oferecer protagonismo aos alunos e permitir que eles participem ativamente da criação, validação e evolução de um produto com potencial de impacto real na sociedade. Os resultados que estamos alcançando demonstram a força desse modelo de inovação colaborativa”, afirma Felipe Faraco.

Para o docente, a classificação para a final do Shark Hub vai além do reconhecimento acadêmico e tecnológico. O resultado evidencia o potencial da integração entre ensino, pesquisa e empreendedorismo, fortalecendo a formação dos estudantes e ampliando as possibilidades de desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas a demandas concretas da sociedade.

A classificação para a final coloca o TEA SoundScape entre os projetos de destaque do Shark Hub, iniciativa que reúne propostas inovadoras voltadas à criação de novos produtos, serviços e tecnologias. Em meio à participação de equipes de diferentes áreas do conhecimento, o projeto tem se destacado pela relevância social de sua proposta e pelo potencial de contribuir para a qualidade de vida da comunidade neurodivergente.

Agora, a equipe se prepara para a etapa decisiva da competição, levando para a final uma proposta que une tecnologia, inclusão e inovação social. Independentemente do resultado final, a trajetória do TEA SoundScape já evidencia o potencial transformador da pesquisa acadêmica quando associada à colaboração interdisciplinar e ao compromisso com desafios reais da sociedade.Ao colocar a diversidade, a acessibilidade e o bem-estar no centro da inovação, o projeto demonstra como a universidade pode atuar como agente de transformação social, desenvolvendo soluções tecnológicas mais humanas, inclusivas e socialmente relevantes.

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical) da AGCOM, agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi.

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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter

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Aperta os cintos!

A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.

Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.

Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.

Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.

Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.

Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.

A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.

“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.

Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves

Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia

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Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.

As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do

Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal

Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.

O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.

O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.

Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.

O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.

Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.

O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Yoga: conexão entre corpo e mente

O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.

A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.

Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração

O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.

A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.

A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.

As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda

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Arte terapia com oficinas

Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.

É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.

O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.

Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.

Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.

Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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