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AMO GAME: Pausa para jogar no Campus Paulista. Quais jogos? Os que os alunos criaram!

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Alunos de Design de Games exoõem jogos autorais

“No último dia de setembro de 2026, entre as aulas, eu e minha colega Marcela Marie acompanhamos uma exposição dos trabalhos A3 de alguns grupos do curso de Design de Games da nossa universidade. A exposição na entrada do campus Paulista foi organizada pelos alunos que criaram três jogos: os grupos tinham o mesmo tema que era adaptar contos antigos sobre tecnologia e IAs em contextos problemáticos dentro da sociedade.

O primeiro grupo que entrevistamos foi o Tubarões Espada, estúdio de games provisório criado por estudantes que desenvolveram um jogo chamado “disque f para fu… flertar“. É baseado num conto antigo em que vários robôs, IA e computadores se conectam a uma rede criando uma espécie de “mente compartilhada”. Teve inspirações como o jogo doce amor e sucker for love, porém com a temática tecnológica como central. 

Para o processo criativo, foram feitas pesquisas de mercado e análise de público, além da pesquisa de ambientação e costumes já que o jogo se passa em um escritório dos anos 70 O objetivo foi trazer uma reflexão de até onde é normal o avanço da tecnologia e como é a relação das pessoas com as IAs.

Artista:@g4desenhos. Idealizadores – Maria Eduarda Barros: programadora e designer; Kayk Carneiro: roteirista; Antônio Junior: documentação e level designer; Julia Duarte: artista de cenário; Lunna hage: designer de ui/ux; Gabriel Corrêa: artista dos personagens; Pedro Mauro: sonoplastia. Perfil no instagram: @tubaroes_espada

O segundo grupo, Estúdio Findout, usou o mesmo conto que o primeiro, e criou o disque f para frankenstein, com uma chamada diferente para passar uma ideia de “IA boazinha”. Tem um nano robô representando a própria IA dentro de um computador que faz missões para desconectar os humanos da Internet. É um jogo plataforma com jogabilidade parecida ao geometric dash e angry birds, porém com uma diferença que o torna única: arremessar-se de um ponto à outro até o seu objetivo.

No processo de criação e na parte visual, foram desenvolvidos alguns moodboards e as principais ideias foram de estética de radar como de um submarino e o jogo celeste.A mensagem final da narrativa é o desprendimento e a não dependência da tecnológica, e principalmente a “desintoxicação” do excesso de uso das inteligências artificiais.

Idealizadores – Gabriel kanthack: programador; Felipe Ximenes: produtor; Lana Piotto: artista e marketing; Ruan Narvaes: diretor de arte e artista; Gabriela Laurenti: concept artist; Kauã Alves: diretor de narrativa; Brunno Rossi: game e level designer; Vitor Uva Morgado: produtor e compositor musical. Perfil no instagram: @findout_studio.

O terceiro grupo é do Estúdio Maltrapilhos que desenvolveu o jogo “evolução forçada”, que foi inspirado no conto “guerra com robôs” que retrata a humanidade vivendo em guerra e começa a usar robôs para lutar essas guerras, até o momento em que as máquinas se revoltam e dominam tudo. É no modelo tower defense e tem como referência os jogos plants vs zumbis, bloons td’s e nine King. É em pixel-art com visão isométrica. Usando essas referências, os alunos criaram diversas mecânicas e até mesmo a arte do jogo. O objetivo é trazer um desafio para os jogadores e fazê-los pensar em estratégias com um pensamento crítico em relação ao uso da tecnologia e IAs no geral.

Idealizadores: Gabriel pereira: programadoes, level designer, game designer e produtor; Matheus belfiore: level design e direção de arte; Aghata Henrique: documentação e narrativa; Augusto vieira: narrativa; Amanda molina: arte; Matheus souto: programação; Guilherme pereira: sonorização.

Colaboração de Alexandre Vieira De Paula (xan) e Marcela Marie Gonçalves Bandini (marie), de Publicidade e Propaganda para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação,. Supervisão profa. Fernanda Iarossi.

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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter

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Aperta os cintos!

A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.

Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.

Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.

Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.

Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.

Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.

A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.

“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.

Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves

Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia

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Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.

As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do

Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal

Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.

O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.

O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.

Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.

O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.

Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.

O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Yoga: conexão entre corpo e mente

O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.

A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.

Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração

O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.

A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.

A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.

As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda

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Arte terapia com oficinas

Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.

É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.

O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.

Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.

Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.

Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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