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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia
Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.
As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do
Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal
Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.
O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.
O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.
Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.
O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.
Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.
O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.
Yoga: conexão entre corpo e mente
O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.
A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.
Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.
Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração
O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.
A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.
A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.
INFORMAÇÕES GERAIS:
As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h
Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter
Aperta os cintos!
A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.
Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.
Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.
Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.
Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.
Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.
A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.
“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.
Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves
Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.
Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda
Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.
É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.
O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.
Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.
Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.
Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.
Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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PPGCOM 20 ANOS: Pós-Graduação em Comunicação celebra trajetória com conferências, mesas temáticas e apresentações culturais
Fotos: Anhembi Morumbi Mooca
O Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Anhembi Morumbi (PPGCOM-UAM) celebrou duas décadas de trajetória com o Simpósio “Por onde andamos, onde estamos”, realizado entre os dias 18 e 20 de agosto de 2026. Durante três dias, docentes, estudantes e egressos reuniram-se para revisitar a história do programa, compartilhar pesquisas e discutir transformações no campo da Comunicação e do audiovisual.
A história do PPGCOM começou em 2006, quando foi recomendado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Naquele momento, oferecia apenas o Mestrado Acadêmico, tinha nota 3 e sua área de concentração era denominada Comunicação Contemporânea. Em 2011, passou a adotar Comunicação Audiovisual, consolidando uma identidade construída ao longo dos primeiros anos.
Rogério Ferraraz, professor do PPGCOM e nos cursos de graduação da Anhembi, acompanha essa trajetória desde o início. Ele fazia parte do grupo de oito professores permanentes que formavam o programa em seus primeiros anos e também esteve à frente da coordenação entre 2010 e 2014.
Em 2013, alcançou nota 4 na avaliação da Capes. O Doutorado Acadêmico foi aprovado em 2014 e passou a ser oferecido em 2015. Já em 2026, sob a coordenação do professor Jamer Guterres de Mello, o PPGCOM chegou à nota 5. “São marcos importantes, mas, sobretudo, são resultados de um trabalho acumulado ao longo de duas décadas”, destaca Ferraraz.
Os números também ajudam a dimensionar essa história. Desde 2008, o PPGCOM-UAM formou quase 300 mestres e doutores e chegou ao segundo semestre de 2026 com 76 estudantes de mestrado e doutorado. Durante a abertura do simpósio, Ferraraz destacou que a trajetória do PPGCOM vai além das avaliações, dos dados e das conquistas institucionais. “Por trás de tudo isso, estão as pessoas. Cada dissertação e cada tese, cada grupo de pesquisa, projeto, aula, orientação, cada congresso e cada parceria envolvem relações que ultrapassam muitas vezes o espaço acadêmico”, explica.
Um simpósio para olhar a trajetória
O próprio tema escolhido para o aniversário, “Por onde andamos, onde estamos”, traduziu a proposta de recuperar experiências de aprendizado, ensino e pesquisa desenvolvidas por diferentes gerações que passaram pelo PPGCOM. O evento também buscou refletir sobre as transformações da comunicação, da cultura e da sociedade e sobre como essas mudanças atravessam a produção acadêmica.
A programação começou em 18 de agosto com a abertura oficial e a conferência “Cinema e Pensamento Brasileiro: a perspectiva do QuilomboCinema”, ministrada por Tatiana Carvalho Costa, presidenta da Associação de Profissionais do Audiovisual Negro (APAN), membro titular do Conselho Superior de Cinema do Ministério da Cultura e docente do Centro Universitário UNA, de Minas Gerais.
Nos dias seguintes, seis mesas colocaram em discussão diferentes caminhos da pesquisa contemporânea, passando por temas como horror e insólito no audiovisual, materialidade e intermidialidade da imagem, subjetividade e representação, narrativas tecnológicas e imersivas e questões de alteridade.
Ferraraz também integrou a programação. Na mesa “Cartografias do horror e do insólito no audiovisual contemporâneo”, o professor apresentou “De Sadako/Samara ao Cramulhão: uma trajetória de pesquisa entre espíritos refeitos e vingativos, trapalhões das bordas, pesadelos lynchianos e seres encantados no cinema e na televisão”.
A celebração também contou com o lançamento da nova identidade visual do PPGCOM e do Prêmio de Teses e Dissertações do programa, acrescentando à retrospectiva dos 20 anos iniciativas voltadas à identidade e à produção acadêmica do PPGCOM.
No último dia, a programação acadêmica terminou celebrando outro aniversário. A conferência de encerramento apresentou o projeto transmídia Julieta Capuleto, iniciativa de estudantes coordenada pelo professor Vicente Gosciola que completou dez anos em 2026.








Pesquisa também vira música
Se o simpósio começou olhando para duas décadas de produção acadêmica, seu encerramento mostrou que os vínculos construídos dentro do PPGCOM também podem ultrapassar as salas de aula. A festa de encerramento teve apresentação da Cine Qua Non, banda criada dentro da comunidade do programa.
O professor José Augusto Mendes Lobato, o Guto, contou em entrevista que a história da banda começou antes da organização do simpósio. A iniciativa partiu do professor Vicente Gosciola, que percebeu que várias pessoas do programa tocavam instrumentos ou mantinham alguma relação com a música. A ideia inicial foi reuni-las para experimentar e descobrir o que poderia surgir dos ensaios.
A Cine Qua Non, portanto, não foi criada especialmente para a comemoração dos 20 anos. Quando a organização do simpósio começou a pensar em uma programação que combinasse atividades científicas e culturais, a banda já existia, e sua participação no encerramento acabou surgindo naturalmente.
As experiências musicais dos integrantes também antecedem o grupo. Guto contou que ele e Pedro Galvão tocam juntos desde os 18 anos, enquanto Fábio Uchôa e Vicente Gosciola já costumavam se reunir informalmente para tocar. Essas trajetórias diferentes ajudaram a definir a sonoridade da banda.
O repertório traduz essa mistura. A apresentação reuniu referências brasileiras e internacionais, com artistas como Dona Onete, Gaby Amarantos, Gilberto Gil, Rita Lee, Donna Summer e Roxy Music. No material do simpósio, a proposta do repertório da Cine Qua Non foi descrita como “meio kitsch, meio roots, meio lisérgico e 100% dançante”.
Segundo Guto, a diversidade musical acompanha os próprios gostos e formações dos integrantes. Rock, música brasileira e latina, heavy metal, música clássica e eletroacústica se encontram em uma proposta marcada pela mistura de referências.
Além dos covers, o grupo já começou a desenvolver trabalho autoral. Durante a apresentação dos 20 anos, a Cine Qua Non mostrou uma primeira versão de “Imagem”, composição criada a partir da ideia de traduzir musicalmente linhas, eixos e forças de investigação relacionados à imagem e ao som. De acordo com Guto, a música ainda está sendo refinada, mas já existe como composição da banda.
A escolha da banda para fechar o simpósio também dialogou com a própria proposta da comemoração. Depois de três dias dedicados às pesquisas, memórias e transformações que atravessaram o PPGCOM desde 2006, professores, estudantes e egressos puderam ocupar outro espaço de convivência.



Entre conferências, pesquisas, reencontros, uma nova identidade visual e música, o simpósio (confira o Cadernos de Resumos do Simpósio aqui) procurou não apenas responder “por onde andamos, onde estamos”, mas também abrir espaço para pensar os próximos capítulos de uma história construída coletivamente.
Depois de 20 anos, o PPGCOM segue produzindo novas perguntas, novas pesquisas e, agora, até novas músicas.
PPGCOM Universidade Anhembi Morumbi
Perfil no instagram @ppgcom_anhembi
Site oficial no Portal da Anhembi
Revista acadêmica INSÓLITA – Revista Brasileira de Estudos Interdisciplinates do Insólito, da Fantasia e do Imaginário
Texto de Ana Luiza Oliveira (Jornalismo), da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos cedidas equipe da Anhembi Morumbi – Campus Mooca.
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