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AMO CULTURA: Exposição sobre Ziraldo inspira projeto prático guiado por dados

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Como o pai do Menino Maluquinho pode ajudar os alunos de Jornalismo e Ciência da Computação na Unidade Curricular (UC) Análise de Dados e Big Data?

A turma de jovens estudantes destes dois cursos do campus Paulista da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) realizaram uma visita ao Centro Cultural Banco do Brasil – São Paulo (CCBB-SP) para conhecer a exposição “Mundo Zira – Ziraldo Interativo”, com orientação da professora Fernanda Iarossi, e a partir dessa experiência, eles transformarão as percepções e os dados captados na (e a partir da) exposição em um projeto prático de A3, com interface multimídia, que cruzará abordagens jornalísticas e tecnológicas.

O que é a exposição “Mundo Zira”


A mostra Mundo Zira – Ziraldo Interativo é uma experiência imersiva e interativa que revisita a vida e obra do multiartista brasileiro. Organizada com curadoria de Adriana Lins e Daniela Thomas (respectivamente sobrinha e filha do artista), a exposição combina painéis projetados, artes gráficas e dispositivos interativos que permitem ao visitante co-criar versões personalizadas das composições de Ziraldo.

No percurso, são destacados clássicos da produção de Ziraldo — como Flicts, O Menino Quadradinho e A Turma do Pererê — e oferecem-se intervenções sensoriais como projeções interativas de páginas, espaços em que o público “pinta” virtualmente ilustrações e painéis sensíveis ao toque onde se inserem balões de fala animados.

À frente da concepção tecnológica e das interações, participa o designer Daniel Morena, responsável por elaborar como sensores, realidade aumentada e programação se integram à experiência expositiva. 

A exposição já passou por outras capitais — Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte — atraindo centenas de milhares de visitantes e sendo reconhecida por seu caráter rico em linguagem visual, experimentação e apelo popular. 

A mostra está em cartaz até 27 de outubro de 2025 (exceto às terças-feiras), no Espaço Anexo do centro cultural, com entrada gratuita. Ingressos disponíveis online ou na bilheteria.

O CCBB-SP como palco cultural e educativo

Por meio de parcerias institucionais e políticas de incentivo cultural — como a Lei Rouanet — o CCBB-SP viabiliza mostras gratuitas de grande alcance cultural e educativo. Ao sediar o “Mundo Zira”, oferece um ambiente propício para o diálogo entre arte, tecnologia e educação, ampliando o potencial de aprendizado e engajamento do público visitante. 

Ocupa edifício na Rua Álvares Penteado, 112, próximo à estação São Bento do metrô, que em 1927 foi a primeira agência em imóvel próprio do Banco do Brasil na capital paulista (a agência bancária funcionou até dezembro de 1996). Comprado em 1923 pelo Banco do Brasil, foi reformado em projeto assinado pelo arquiteto Hippolyto Pujol Junior.

Aberto ao público de quarta a segunda-feira (exceto às terças), das 9h às 20h, com entrada gratuita, o CCBB-SP alia arquitetura revitalizada e infraestrutura adaptada, com acessibilidade para pessoas com deficiência. 

Da sala de aula ao espaço expositivo

A professora Fernanda Iarossi, responsável pela UC Análise de Dados e Big Data, articulou a visita dos estudantes ao universo de Ziraldo como ponto de partida para a construção de um projeto aplicado. “O estímulo foi sair da sala de aula e olhar para o espaço cultural, extraindo dados daquela realidade para traduzi-los num ambiente digital que dialogue com o jornalismo e a ciência da computação”, explica.

Segundo Iarossi, a proposta pedagógica é justamente mesclar o olhar crítico do jornalismo com as técnicas de análise e visualização de dados, de forma que os alunos identifiquem temas, padrões, redes de relações ou representações emergentes na mostra. “Eles poderão levantar informações sobre a vida de Ziraldo, o desenvolvimento das obras, os personagens e seus mundos simbólicos, para depois criar elementos interativos — como jogos, mapas visuais ou narrativas digitais — reunidos em um site do projeto A3”, conta.

No processo de orientação, a professora orienta não apenas nas técnicas de análise de dados, mas também na curadoria da narrativa — como articular estatísticas com storytelling, infográficos e elementos multimídia — fortalecendo a interdisciplinaridade entre comunicação e tecnologia.

O projeto A3: como será o trabalho prático

A partir da visita ao CCBB-SP e da coleta de ideias e percepções junto à exposição, os alunos desenvolvem um trabalho de formato digital (A3), com características multimídia e interativas.

Alguns dos elementos esperados: Coleta de dados temáticos sobre Ziraldo, suas obras, personagens, temas recorrentes e circulação cultural; Análise quantitativa e qualitativa desses dados (frequência de temas, interações usuais, relações entre personagens ou obras); Visualizações gráficas — infográficos, tabelas, mapas conceituais — que facilitem a compreensão dos resultados; Desenvolvimento de pequenos jogos interativos, quizzes ou módulos de exploração digital, inspirados nos espaços da exposição; Integração numa interface web (site do projeto) que una narrativas jornalísticas, recursos visuais e interatividade.

Dessa forma, o projeto pretende transformar uma experiência presencial em uma tradução digitalizada e reflexiva, permitindo ao público externo “visitar” conceitualmente o “Mundo Zira” a partir de dados, narrativas e interações.

Reflexões sobre cultura, tecnologia e ensino

A iniciativa ilustra um movimento cada vez mais presente nas universidades: conectar conteúdos técnicos com vivências culturais e artísticas. Para estudantes de Ciência da Computação, a exposição oferece estímulos visuais, interação e design; para futuros jornalistas, oferece materiais simbólicos, narrativas e sentidos sociais.

No contexto da UC de Análise de Dados e Big Data, a visita ao CCBB-SP e ao “Mundo Zira” é, portanto, não apenas um momento de contemplação, mas um laboratório aberto: um espaço onde dados culturais se cruzam com metodologias tecnológicas, e onde os alunos exercitam suas competências em um ambiente real de inovação educativa.

Sofia Tavares da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos cedidas pela professora.

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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter

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Aperta os cintos!

A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.

Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.

Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.

Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.

Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.

Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.

A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.

“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.

Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves

Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia

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Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.

As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do

Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal

Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.

O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.

O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.

Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.

O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.

Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.

O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Yoga: conexão entre corpo e mente

O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.

A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.

Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.

Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração

O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.

A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.

A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.

As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda

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Arte terapia com oficinas

Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.

É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.

O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.

Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.

Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.

Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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