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AMO DANÇA: TCC propõe espetáculo que transforma trajetórias individuais em um “corpo-comum”

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O que acontece quando 13 artistas, com histórias, técnicas e desejos, tão distintos, decidem criar algo juntos?

No curso de Dança da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), a resposta materializa-se em cena: um corpo que respira múltiplas trajetórias, mas se alinha em um mesmo movimento.

É nesse encontro que nasce “Entre nós, o que somos se revela: cartografias de um corpo-comum”, Trabalho de Conclusão de Curso da turma de Dança (vespertino), que será apresentado nos dias 24 e 25 de novembro de 2025, no Teatro Gamaro no campus Mooca da AMO.

Um TCC que encerra quatro anos de formação compartilhada

A montagem é assinada pelos 13 estudantes que compõem o Corpo Comum, nome que traduz o espírito do processo criativo e a própria lógica do trabalho, aquilo que surge quando cada corpo cede espaço ao outro, construindo sentido de forma conjunta.

Segundo Kaylaine Cordeiro, uma das integrantes, o espetáculo reúne tudo o que foi vivido na graduação. “O TCC é o momento em que alcançamos o resultado de quatro anos de pesquisas, trocas e processos, representando também um rito de passagem para o mercado de trabalho”, resume.

Pesquisa que nasce do corpo e se expande para o coletivo

O processo começou no primeiro semestre de 2025, quando cada estudante investigou interesses individuais. Dessas pesquisas surgiram pequenos grupos, que depois compartilharam suas propostas com toda a turma. Elementos como respiração, tensão, peso, manipulações e articulações tornaram-se eixos fundamentais da pesquisa corporal.

Essa troca fez com que cada investigação individual transformasse-se ao encontrar novos corpos e novas leituras. Aos poucos, o grupo percebeu que todas as trilhas apontavam para a mesma direção: a conexão. A leitura conjunta do livro Comum: Ensaio sobre a revolução no século XXI, dos autores Pierre Dardot e Christian Laval, ajudou a consolidar essa poética.

Poética da conexão: quando diferenças se tornam ponto de encontro

A união de tantas trajetórias distintas foi um dos desafios da turma. Kaylaine explica que, no início, cada integrante tinha uma leitura própria do processo. Encontrar uma poética única exigiu escuta e negociação. “Precisávamos entender o que estávamos dizendo juntos, não só individualmente”, relata.

A partir desse entendimento, o espetáculo passou a estruturar-se como um conjunto de ações que evidenciam relações: gestos que se atravessam, respirações que se respondem, tensões que se influenciam mutuamente.

Trajetória e identidade: o que cada artista leva para a cena

A individualidade, no entanto, não desaparece. Luíza Polydoro explica que suas experiências com ballet, jazz, contemporâneo e outras modalidades não são apagadas no processo. “É impossível entrar em cena e apagar tudo o que vivi na dança; essa bagagem influencia como me movo, mesmo quando trabalhamos improvisação e pesquisa corporal”, explica.

Para o grupo, essa coexistência de repertórios diversos é justamente o que transforma o espetáculo em uma cartografia viva de trajetórias.

Criar em coletivo: o desafio e a potência

Compor em um coletivo de 13 pessoas exigiu disposição para o diálogo. Os estudantes destacam que trabalhar em grupo foi um dos maiores desafios, não pelos conflitos, mas pela necessidade de fazer perspectivas diferentes conviverem na criação.

Encerrar o TCC foi para o grupo um processo de transformação coletiva e profundamente individual. Luíza comenta que tudo mudou quando o grupo escolheu se abrir para as diferenças. “Por mais que lidar com pessoas seja delicado, quando fazemos algo em coletivo tudo se transforma — e quase sempre para melhor”, resume.

Ela acrescenta que suas pesquisas pessoais ganharam novas camadas ao encontrar outras leituras e vivências dentro da turma. “Nada do que fomos antes desaparece; tudo se expande quando se torna comum”, afirma. É justamente dessa fusão de trajetórias que o espetáculo se alimenta, revelando um corpo múltiplo, vivo e construído em parceria.

Corpo Comum: Entre nós, o que somos se revela
Data
: 24/11/2025 e 25/11/2025.
Horário: 20h.
Local: Teatro Gamaro – Rua Doutor Almeida Lima, 1176 – Mooca.
Ingressos: gratuitos, vagas limitadas.
Perfil do projeto para mais informações: https://www.instagram.com/corpocomum/

Texto de Jhonatan Silva (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, sob supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Foto: Kaylaine Cordeiro.

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AMO ENTREVISTA: produção da AGCOM é destaque no Anhembi Awards em 2026

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Agcast é premiado no Anhembi Awards

Tem troféu 🏆 para a AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da @anhembimorumbi na terceira edição do @anhembiawards com o AGCAST: são 37 entrevistas em vídeo com professores, ex-alunos, alunos e profissionais com passagens na graduação e pós da Anhembi para compartilhar dicas e bastidores profissionais.

É de aluno para aluno, já que desde 2023 dezenas de estudantes com a Agcom colocaram em prática, através dos diferentes times do AGCAST, técnicas de entrevista, roteiro, produção, edição e muito aprendizado.

O AGCAST é gravado nos Estúdios de Comunicação da Anhembi nos campi Vila Olímpia, Paulista e Mooca com suporte da equipe audiovisual e professores-orientadores.

Uma alegria enorme participar e estar entre os premiados no ANHEMBI AWARDS, organizado pelo @rplab.uam 🌟🤩

ASSISTA AO AGCAST AQUI.

Curadoria AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO.a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Arte: Danielle Lourenço

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AMO ANHEMBI AWARDS: Segunda noite de prêmios encerra o semestre com festa

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Anhembi Awards

57 categorias em disputa.
212 trabalhos finalistas.
2 noites de premiação.

É a terceira edição do @anhembiawards realizado em junho de 2026 no @teatrogamaro no campus Mooca da universidade, que celebra os alunos dos cursos de Comunicação, Artes e Design da @anhembimorumbi 🏆🏆🏆.

Organizado pelo Agência experimental de Relações Públicas da Anhembi @rplab.uam, a premiação é tradição no fechamento dos semestres com muita festa e teatro lotado com estudantes, professores, familiares e amigos – conta com a parceria da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação, Rádio Anhembi @radioanhembi, professores e alunos de @prod.musical_uam e @moda_uam.

Novidades: confira em instagram.com/@anhembiawards ou anhembiawards.com.br

Curadoria AGCOM, Agência Experimental da AMO com supervisão da profa. Fernanda Iarossi

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AMO MED VET: Centro Médico Veterinário da Paulista promove ação especial para felinos

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Sabia que o Brasil é 3º lugar no ranking mundial de países com mais pets?

São quase 150 milhões de animais de estimação.

Quem levanta esses dados é o Censo Pet do Instituto Pet Brasil (IPB), que desde 2013 faz mapeamentos que visam estimular o desenvolvimento do setor pet no país.

E dentre esses levantamentos há o censo que acompanha a população brasileira de felinos domésticos: o instituto registrou recorde de 6% no crescimento da população brasileira de felinos domésticos entre os anos de 2020 e 2021.

Se ama um quatro patas peludinho e se encaixa no status “gateiro(a)”, no dia 25 de junho de 2026 o Centro Médico Veterinário (CMV) da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) na Paulista realiza um dia de conscientização com avaliação física, orientação e informações sobre o bem-estar dos felinos.

Professores e estudantes de Medicina Veterinária estarão disponíveis no CVM para esta ação de conscientização.

Anote aí:


Centro Médico Veterinário da Paulista FIV & FELV – cuidado hoje é proteger para sempre
25 de junh de 2026, 10h às 1h.
Av. Paulista, n° 2000 (próximo à estação Consolação do Metrô).
E-mail cvmpaulista@animaeducacao.com.br ou o whats na bio do perfil oficial CMV Paulista @cmv_anhembi_paulista

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