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AMO ENGENHARIA: Especialistas da Scania compartilham conhecimentos sobre motores e combustíveis renováveis com alunos de Engenharia da Anhembi

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Os estudantes dos cursos de Engenharia da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) tiveram a oportunidade de participar, no dia 26 de maio de 2026, da palestra “Testes de Motores e Combustíveis Renováveis”, realizada no campus Vila Olímpia, em São Paulo.

O encontro contou com a presença dos profissionais da Scania Latin America, Márcio Henrique Leme Maia e Guilherme Gomes, que apresentaram aos alunos aspectos técnicos relacionados ao desenvolvimento, testes e validação de motores, além dos desafios e oportunidades envolvendo o uso de combustíveis renováveis no setor de transportes.

Durante a palestra, os convidados compartilharam experiências práticas do ambiente industrial e destacaram a importância da inovação tecnológica e da sustentabilidade para o futuro da mobilidade. Os estudantes puderam conhecer mais sobre os processos de pesquisa, desenvolvimento e testes realizados pela indústria automotiva para tornar os veículos mais eficientes e alinhados às demandas ambientais atuais.

A Scania é uma das principais fabricantes mundiais de soluções de transporte, atuando na produção de caminhões, ônibus e motores para aplicações industriais e marítimas. Reconhecida por seu compromisso com a inovação e a sustentabilidade, a empresa investe continuamente em tecnologias voltadas à redução das emissões de carbono e ao desenvolvimento de soluções energéticas renováveis.

Márcio Henrique Leme Maia é Gerente de Engenharia de Produto na Scania Latin America e atua na empresa há mais de 12 anos. Ao longo de sua trajetória, acumulou ampla experiência em desenvolvimento de produtos, engenharia automotiva e gestão de projetos voltados à inovação tecnológica.

Guilherme Gomes é Técnico em Protótipos na Scania e trabalha há mais de três anos na companhia. Sua atuação está relacionada aos processos de desenvolvimento e testes de veículos e componentes, contribuindo para a validação de novas tecnologias e soluções para o setor.

A atividade reforça o compromisso da AMO em aproximar os estudantes do mercado de trabalho, promovendo o contato com profissionais de referência e temas que impactam diretamente o futuro das engenharias e da indústria automotiva.

Texto de Juana Escobar (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos:@engenharias_uam

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AMO PRÊMIO: Anhembi Awards é “uma verdadeira celebração à qualidade dos nossos estudantes”

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Anhembi Awards

A definição acima para mais uma edição do prêmio que reconhece os projetos de maior destaque criados pelos alunos dos cursos de Comunicação, Artes e Desgn da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) é do professor Miguel Valione, coordenador acadêmico das três áreas na AMO. “Serão duas noites inesquecíveis. Além dos troféus, teremos música, dança e apresentações ao vivo”, destaca.

O Anhembi Awards neste primeiro semestre de 2026 – a cerimôria ocorrerá em 22 e 25 de junho no Teatro Gamaro no campus Mooca – tem selecionados mais de 200 finalistas – produções práticas das Unidades Curriculares, projetos de iniciação científica, de extensão, trabalhos de conclusão de curso – em 57 categorias. São criações de 2025 dos universitários de Jornalismo, Cinema e Audiovisual, Rádio, TV e Internet, Publicidade e Propaganda, Design de Animação, Relações Públicas, Design de Games, Produção Fonográfica, Teatro, Dança, Produção Editorial e Negócios da Moda, Design Gráfico. É aberto ao público e basta garantir o ingresso no site anhembiawards.com.br – tanto finalistas e convidados.

A terceira edição é organizada pelo RPLab, Agência de Relações Públicas da AMO com suporte da equipe técnica de audiovisual da universidade e em colaboração com a Rádio Anhembi e Agcom (Agência Experimental de Comunicação), formadas por alunos dos cursos de Comunicação, Design e Artes. “Uma engrenagem que integra alunos, professores, técnicos em uma maratona super profissional que agrega ainda mais na formação dos nossos estudantes”, explica Thiérri Parmigiani, coordenador do RPLab.

No dia 22 de junho, a premiação será para os indicados de Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Design em 27 categorias. Em 25 de junho, os finalistas são de Jornalismo, Cinema e Audiovisual, Rádio, TV e Internet, Produção Editorial, Artes (Teatro e Dança) em 30 categorias.


Anhembi Awards 2026.1 – terceira edição
Garanta ingresso gratuito em anhembiawards.com.br
Datas: 22 e 25 de junho de 2026.
Horário: 19h.
Local: Teatro Gamaro, Av. Dr. Almeida Lima, 1176 – Mooca, São Paulo.
Perfil oficial no instagram @anhembiawards

Curadoria AGCOM, agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi.

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AMO CRIAR: estudante de Publicidade compartilha experiência de acompanhar e integrar bastidores de exposição de moda

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Moda conceito filosofia japonesa

“Na EXPO AMO de 2026.1, pude acompanhar algumas apresentações de trabalhos dos cursos de Moda no campus Paulista da Anhembi Morumbi.

Me interessei e acompanhei mais de perto 2 projetos específicos: acervo e M.Ø.

A marca “acervo” é de streetwear contemporâneo que junta estilo, exclusividade e manualidade, transformando tudo isso numa identidade única, fashion e criativa. Aborda e trazum contraste têxtil entre o industrial e o artesanal. O objeto de estudo foi o crochê têxtil que dá vida ao conceito de artesanato urbano, moderno e individual. O tema abordado foi moda e resiliência que propõe uma nova relação entre o usuário e o vestuário, sendo peças duráveis, de qualidade, e adaptáveis às mudanças de moda, agregando valor e significado à sua trajetória. Na equipe – Idealizadores e modelos: Ariadne Carvalho, Beatriz Furquim, Gustavo Tito e Isabela Jandoza; Fotografia por: Isabela Jandoza.

A marca M.Ø tem como tema a reflexão de Ma da cultura japonesa e o sub-tema contraste entre luz e sombra: “O Peso do Vazio: Entre a Efemeridade Japonesa e a Brutalidade Urbana”. Investiga a intersecção entre o conceito filosófico de Ma e o espaço vazio que dá significado à forma e a estética dark avant-garde aplicada ao contexto metropolitano de São Paulo. O objeto de estudo foram as “armaduras sensoriais” compreendendo a roupa não como um adorno superficial, mas como uma extensão arquitetônica do corpo que oferece proteção emocional e distinção intelectual em meio ao caos urbano. Esta dualidade será materializada em uma coleção de mix de produtos caracterizada pela alfaiataria desconstruída e pela experimentação têxtil rigorosa, onde a manipulação de fibras naturais, encontra tecidos tecnológicos e técnicas de modelagem por subtração para criar silhuetas que desafiam a anatomia tradicional. É um projeto que valoriza o trabalho manual e tem ligação direta e fortíssima com a cultura asiática, tendo como referências uma reflexão japonesa e um tema abordado em um filme taiwanês. “M.∅BS NASCE DO MENTAL E DO VAZIO DO QUE NÃO É DITO, MAS EXISTE. PORQUE NO VAZIO, TUDO COMEÇA”: isso é evidenciado na própria logo que tem o Ø, símbolo do vazio. É uma marca extremamente conceitual e valiosa pelo trabalho de qualidade e manual além da exclusividade, que trabalha com o slow fashion que agrega valor, responsabilidade e crédito ao trabalho. Há um detalhe que é muito importante, o principal idealizador tem descendência japonesa e 2 dos modelos taiwaneses, o que mostra a conexão real com o tema e demonstra o nível de profissionalismo. Na equipe – Idealizadores: Kauan Kobayashi e Vitor Farias; Maquiagem: Eduarda; Fotografia/audiovisual: Hideki Anzai, Lívia Ferreira e Alexandre de Paula; Modelos: Jonathan Chiang, Lin Yan Mim e Thay Yubi; Backstage: Alexandre de Paula e Ariadne Carvalho.


Texto de Alexandre de Paula, estudando do 5° semestre de Publicidade e Propaganda – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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AMO INOVAÇÃO: Projeto voltado à neurodiversidade da Anhembi chega à final do Shark Hub 2026

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Desenvolvido por estudantes de diferentes áreas e orientado pelo professor Felipe Faraco da Universidade Anhembi (Morumbi (AMO), o TEA SoundScape utiliza tecnologia e experiências sonoras personalizadas para promover conforto acústico e bem-estar sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele foi selecionado para a final do Shark Hub, programa de inovação do ecossistema Ânima voltado ao desenvolvimento de soluções com potencial de transformação social e tecnológica, na categoria HealthLab, dedicada a projetos voltados à saúde, qualidade de vida e bem-estar.

Fruto de projeto de iniciação científica, o TEA SoundScape foi desenvolvido por estudantes dos cursos de Produção Musical e Fonográfica, Tecnologia da Informação, Publicidade e Propaganda (Marketing) e Psicologia. Propõe uma solução tecnológica para promover conforto acústico e apoio à regulação sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A equipe avançou para a fase decisiva após se destacar inicialmente entre os semifinalistas da competição.

O projeto chamou a atenção da banca avaliadora durante as apresentações ao vivo e garantiu sua classificação para a final por meio do pitch apresentado pelo estudante Rafael Domingos, do curso de Produção Musical e Fonográfica.

Como funciona
É um aplicativo desenvolvido para promover conforto acústico e bem-estar sensorial para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A proposta busca utilizar experiências sonoras personalizadas para auxiliar na regulação sensorial, respeitando a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário.

É um trabalho conjunto dos estudantes Alice Sampaio Conson, Ana Carolina Coronel, Breno, Heitor Terciotte, João Henrique Fernandes, Maísa Bento Santos, Natali Xavier, Nickolas Peres Medeiros Alves, Rafael Domingos, Stephany Caroline Francisco da Silva, Taís Rodrigues da Silva, Victor Hugo e Vinícius Montalvão Alvarado, demonstrando a força da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento.

Mais do que uma solução tecnológica, o projeto reflete o compromisso da equipe com os princípios de diversidade, inclusão e acessibilidade. Desde sua concepção, o TEA SoundScape foi pensado para compreender e respeitar as diferentes experiências sensoriais vivenciadas por pessoas dentro do espectro autista, reconhecendo a singularidade de cada indivíduo e valorizando a neurodiversidade como elemento central do desenvolvimento da plataforma.

Para os participantes, a inovação deve estar associada à promoção de impacto social positivo e à construção de soluções capazes de tornar a sociedade mais inclusiva.

Enquadrado na categoria HealthLab, o projeto une pesquisa científica, tecnologia e impacto social para desenvolver uma ferramenta que respeita a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário, demonstrando como a inovação pode contribuir para a construção de soluções mais humanas e acessíveis.

A responsabilidade de representar a equipe diante da banca avaliadora ficou a cargo do estudante Rafael Domingos, que conduziu o pitch decisivo responsável por garantir a classificação do projeto para a etapa final da competição. Segundo ele, o resultado é consequência direta do trabalho colaborativo desenvolvido ao longo de um ano de pesquisa e aprimoramento da proposta. “Apresentar o projeto para uma banca de especialistas foi uma experiência desafiadora e extremamente enriquecedora. Acredito que a confiança na comunicação, aliada à imersão que tive durante todo o desenvolvimento do TEA SoundScape junto aos meus colegas e ao professor Felipe Faraco, permitiu transmitir com clareza não apenas os aspectos técnicos da solução, mas também o propósito humano que existe por trás dela. Nosso objetivo sempre foi mostrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão, respeitando a diversidade neurológica e as vivências individuais de cada pessoa. Ver esse trabalho ser reconhecido e alcançar a final do Shark Hub é motivo de orgulho para toda a equipe”, destaca o estudante de Produção Musical.

O caráter multidisciplinar do projeto tem sido um dos principais diferenciais apontados durante a competição. Ao integrar conhecimentos de música, tecnologia, psicologia e comunicação, a equipe desenvolveu uma solução que alia pesquisa científica, inovação tecnológica e impacto social.

A conquista também foi celebrada pelo professor Felipe Faraco, idealizador e orientador do projeto. Segundo ele, um dos aspectos mais gratificantes da trajetória do TEA SoundScape foi acompanhar a transformação de uma ideia inicial em um projeto construído coletivamente pelos estudantes.

“O TEA SoundScape nasceu como uma ideia minha, mas fico extremamente feliz em perceber que ele se tornou nosso. Hoje, o projeto é resultado do trabalho conjunto entre mim e os estudantes participantes, que atuam como verdadeiros parceiros no desenvolvimento da solução. Essa é uma das experiências mais valiosas proporcionadas pelo Ânima Hub: oferecer protagonismo aos alunos e permitir que eles participem ativamente da criação, validação e evolução de um produto com potencial de impacto real na sociedade. Os resultados que estamos alcançando demonstram a força desse modelo de inovação colaborativa”, afirma Felipe Faraco.

Para o docente, a classificação para a final do Shark Hub vai além do reconhecimento acadêmico e tecnológico. O resultado evidencia o potencial da integração entre ensino, pesquisa e empreendedorismo, fortalecendo a formação dos estudantes e ampliando as possibilidades de desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas a demandas concretas da sociedade.

A classificação para a final coloca o TEA SoundScape entre os projetos de destaque do Shark Hub, iniciativa que reúne propostas inovadoras voltadas à criação de novos produtos, serviços e tecnologias. Em meio à participação de equipes de diferentes áreas do conhecimento, o projeto tem se destacado pela relevância social de sua proposta e pelo potencial de contribuir para a qualidade de vida da comunidade neurodivergente.

Agora, a equipe se prepara para a etapa decisiva da competição, levando para a final uma proposta que une tecnologia, inclusão e inovação social. Independentemente do resultado final, a trajetória do TEA SoundScape já evidencia o potencial transformador da pesquisa acadêmica quando associada à colaboração interdisciplinar e ao compromisso com desafios reais da sociedade.Ao colocar a diversidade, a acessibilidade e o bem-estar no centro da inovação, o projeto demonstra como a universidade pode atuar como agente de transformação social, desenvolvendo soluções tecnológicas mais humanas, inclusivas e socialmente relevantes.

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical) da AGCOM, agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi.

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