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AMO ARTE: Projetos reais e visitas técnicas marcam parceria da Anhembi com a Dexco nos cursos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores
Projetos residenciais, comerciais ou corporativos envolvem soluções para construção, reforma ou decoração. E também profissionais como arquitetos e urbanistas ou designers de interiores. Para eles, ter contato com marcas de referência que contribuem para tirar do papel um sonho de casa, escritório ou uma ampliação ou remodelação de espaço é um diferencial. Dentro deste contexto, os estudantes da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) destas duas áreas do conhecimento saem na frente, porque contam com aulas integradas com a Dexco (antiga Duratex), das marcas Durafloor, Duratex, Deca, Hydra e Ceusa.
Além da parte teórica, de exercícios e simulações práticas, os alunos de Arquitetura e Urbanismo e Design de Interiores da AMO contam com os espaços da marca que tem 70 anos no mercado, é destaque na produção de painéis de madeira industrializada, louças, metais e uma das maiores fabricantes de revestimentos do país.
A dinâmica faz parte da Unidade Curricular (UC) Projeto de Ambientes e Interiores Residenciais dos dois cursos e tem a professora Flávia Aliotti como responsável. “Somos parceiros da Deca há oito anos. Temos essa integração com a marca desde quando a Casa Dexco era na Avenida Brasil [atualmente é no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista]. Até 2025, envolvia visitação e mostra dos projetos finais da UC mais bem avaliados. Em 2026, conseguimos ampliar e os alunos tiveram acesso a uma semana de imersão em eventos de arte e design de interiores, como a mostra interna da Casa, em paralelo com Revestir, DW e Design Boom”, explica a professora. Esta ação no início do semestre serve para que os estudantes conheçam tendências e destaques no mercado destas duas áreas. Além desta imersão, uma vez ao mês, os estudantes tiveram contato na Casa Dexco com produtos da marca Deca, na parte hidráulica e de acessibilidade.
A parceria envolve também os parceiros da Casa Dexco, fornecedores de materiais. “Contamos com um aulão de especificação de ar-condicionado. Engenheiros mecânicos palestraram sobre qualidade destes equipamentos, dimensionamento, evolução tecnológica e eficiência energética”, detalha Flávia.
Para encerrar o primeiro semestre de 2026, 11 grupos desta UC, dos campi Mooca, Paulista e Vila Olímpia da AMO, participam da exposição na Casa Dexco com os projetos criados inspirados com a parceria. É aberto ao público. Os selecionados foram:
- Grupo: MNM Arquitetura _ VILA OLIMPIA
João Pedro Matsui, Marcella Nobrega e Maria Júlia Monteiro. - Grupo: BGJR_ VILA OLIMPIA
Beatriz Leite Genari, Giovanna de Oliveira Araújo, Jamily Lima dos Santos, Rayssa Neiva Haranaka - Grupo: PAULISTA AA
Clarissa Coelho Coti, Cristiano Rodrigues da Motta, Gabriela Kim, João Pinto Batista, Olivia Casado de Mendonça, Pietra di Prospero Blasques - Grupo: PAULISTA BB
Ana Beatriz Amaral Kolbe, Carolline Egues Lotfi Rocha, Emilly Rosa Santos, Thiago Baptiston - Grupo: PAULISTA NN
Bruna Veras Linard, Cinthya H. S. Silva, Fernanda S. Macedo, Mariana A. A. Kakuichi, Giovanni G. Casteleti, - Grupo: PAULISTA N
Eduarda Ribeiro Alves - Grupo: PAULISTA NA
Julia Zolli,Larissa Benevides Gomes, Mariana Sales Bengnardi, Samara Katrine Ferreira Borges, Victor Almeida Barni - Grupo: MALTA_MOOCA
Andrey Willer Bressan, Arthur Costa Salomão, Letícia Lopes Mastini, Manuela Dantas Vicente, Thainá Florencio de Paula - Grupo: APARTAMENTO CAJUEIRO_MOOCA
Gilvan Manoel de Macedo Junior, Giovana Ferreira Giorchino, Kathleen Macedo Henrique, Sarah Vimieiro Pellegrini, Vitoria de Lourdes Soares - Grupo: APARTAMENTO C BRANT_MOOCA
Dandara Mire de Oliveira Felipe, Gabriela de Jesus e Silva, Larissa Andrade Saporito, Maria Eduarda Pires Destre, Rafaela Siqueira Quintino. - Grupo: CASA ENCONTRO_MOOCA
Caio Menghi Zampolli, Julia de Almeida Rodrigues, Maria Eduarda Coelho Martin, Estela Santini Antonio, Renata Magalhaes Contente, Richard Gobbi Araujo
Apresentação de Projetos Residenciais – UC DUAL DEXCO Universidade Anhembi Morumbi
Dia: 18 de junho de 2026.
Horário: a partir das 17h.
Onde: Casa Dexco (Conjunto Nacional) – Endereço: Av. Paulista, 2073 (acesso principal: Rua Padre João Manuel, 100 – Cerqueira César, São Paulo – SP).
Curadoria AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.
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AMO PRÊMIO: Anhembi Awards é “uma verdadeira celebração à qualidade dos nossos estudantes”
A definição acima para mais uma edição do prêmio que reconhece os projetos de maior destaque criados pelos alunos dos cursos de Comunicação, Artes e Desgn da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) é do professor Miguel Valione, coordenador acadêmico das três áreas na AMO. “Serão duas noites inesquecíveis. Além dos troféus, teremos música, dança e apresentações ao vivo”, destaca.
O Anhembi Awards neste primeiro semestre de 2026 – a cerimôria ocorrerá em 22 e 25 de junho no Teatro Gamaro no campus Mooca – tem selecionados mais de 200 finalistas – produções práticas das Unidades Curriculares, projetos de iniciação científica, de extensão, trabalhos de conclusão de curso – em 57 categorias. São criações de 2025 dos universitários de Jornalismo, Cinema e Audiovisual, Rádio, TV e Internet, Publicidade e Propaganda, Design de Animação, Relações Públicas, Design de Games, Produção Fonográfica, Teatro, Dança, Produção Editorial e Negócios da Moda, Design Gráfico. É aberto ao público e basta garantir o ingresso no site anhembiawards.com.br – tanto finalistas e convidados.
A terceira edição é organizada pelo RPLab, Agência de Relações Públicas da AMO com suporte da equipe técnica de audiovisual da universidade e em colaboração com a Rádio Anhembi e Agcom (Agência Experimental de Comunicação), formadas por alunos dos cursos de Comunicação, Design e Artes. “Uma engrenagem que integra alunos, professores, técnicos em uma maratona super profissional que agrega ainda mais na formação dos nossos estudantes”, explica Thiérri Parmigiani, coordenador do RPLab.
No dia 22 de junho, a premiação será para os indicados de Relações Públicas, Publicidade e Propaganda, Design em 27 categorias. Em 25 de junho, os finalistas são de Jornalismo, Cinema e Audiovisual, Rádio, TV e Internet, Produção Editorial, Artes (Teatro e Dança) em 30 categorias.
Anhembi Awards 2026.1 – terceira edição
Garanta ingresso gratuito em anhembiawards.com.br
Datas: 22 e 25 de junho de 2026.
Horário: 19h.
Local: Teatro Gamaro, Av. Dr. Almeida Lima, 1176 – Mooca, São Paulo.
Perfil oficial no instagram @anhembiawards
Curadoria AGCOM, agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi.
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AMO CRIAR: estudante de Publicidade compartilha experiência de acompanhar e integrar bastidores de exposição de moda
“Na EXPO AMO de 2026.1, pude acompanhar algumas apresentações de trabalhos dos cursos de Moda no campus Paulista da Anhembi Morumbi.
Me interessei e acompanhei mais de perto 2 projetos específicos: acervo e M.Ø.
A marca “acervo” é de streetwear contemporâneo que junta estilo, exclusividade e manualidade, transformando tudo isso numa identidade única, fashion e criativa. Aborda e trazum contraste têxtil entre o industrial e o artesanal. O objeto de estudo foi o crochê têxtil que dá vida ao conceito de artesanato urbano, moderno e individual. O tema abordado foi moda e resiliência que propõe uma nova relação entre o usuário e o vestuário, sendo peças duráveis, de qualidade, e adaptáveis às mudanças de moda, agregando valor e significado à sua trajetória. Na equipe – Idealizadores e modelos: Ariadne Carvalho, Beatriz Furquim, Gustavo Tito e Isabela Jandoza; Fotografia por: Isabela Jandoza.









A marca M.Ø tem como tema a reflexão de Ma da cultura japonesa e o sub-tema contraste entre luz e sombra: “O Peso do Vazio: Entre a Efemeridade Japonesa e a Brutalidade Urbana”. Investiga a intersecção entre o conceito filosófico de Ma e o espaço vazio que dá significado à forma e a estética dark avant-garde aplicada ao contexto metropolitano de São Paulo. O objeto de estudo foram as “armaduras sensoriais” compreendendo a roupa não como um adorno superficial, mas como uma extensão arquitetônica do corpo que oferece proteção emocional e distinção intelectual em meio ao caos urbano. Esta dualidade será materializada em uma coleção de mix de produtos caracterizada pela alfaiataria desconstruída e pela experimentação têxtil rigorosa, onde a manipulação de fibras naturais, encontra tecidos tecnológicos e técnicas de modelagem por subtração para criar silhuetas que desafiam a anatomia tradicional. É um projeto que valoriza o trabalho manual e tem ligação direta e fortíssima com a cultura asiática, tendo como referências uma reflexão japonesa e um tema abordado em um filme taiwanês. “M.∅BS NASCE DO MENTAL E DO VAZIO DO QUE NÃO É DITO, MAS EXISTE. PORQUE NO VAZIO, TUDO COMEÇA”: isso é evidenciado na própria logo que tem o Ø, símbolo do vazio. É uma marca extremamente conceitual e valiosa pelo trabalho de qualidade e manual além da exclusividade, que trabalha com o slow fashion que agrega valor, responsabilidade e crédito ao trabalho. Há um detalhe que é muito importante, o principal idealizador tem descendência japonesa e 2 dos modelos taiwaneses, o que mostra a conexão real com o tema e demonstra o nível de profissionalismo. Na equipe – Idealizadores: Kauan Kobayashi e Vitor Farias; Maquiagem: Eduarda; Fotografia/audiovisual: Hideki Anzai, Lívia Ferreira e Alexandre de Paula; Modelos: Jonathan Chiang, Lin Yan Mim e Thay Yubi; Backstage: Alexandre de Paula e Ariadne Carvalho.








Texto de Alexandre de Paula, estudando do 5° semestre de Publicidade e Propaganda – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.
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AMO INOVAÇÃO: Projeto voltado à neurodiversidade da Anhembi chega à final do Shark Hub 2026
Desenvolvido por estudantes de diferentes áreas e orientado pelo professor Felipe Faraco da Universidade Anhembi (Morumbi (AMO), o TEA SoundScape utiliza tecnologia e experiências sonoras personalizadas para promover conforto acústico e bem-estar sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Ele foi selecionado para a final do Shark Hub, programa de inovação do ecossistema Ânima voltado ao desenvolvimento de soluções com potencial de transformação social e tecnológica, na categoria HealthLab, dedicada a projetos voltados à saúde, qualidade de vida e bem-estar.
Fruto de projeto de iniciação científica, o TEA SoundScape foi desenvolvido por estudantes dos cursos de Produção Musical e Fonográfica, Tecnologia da Informação, Publicidade e Propaganda (Marketing) e Psicologia. Propõe uma solução tecnológica para promover conforto acústico e apoio à regulação sensorial de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). A equipe avançou para a fase decisiva após se destacar inicialmente entre os semifinalistas da competição.
O projeto chamou a atenção da banca avaliadora durante as apresentações ao vivo e garantiu sua classificação para a final por meio do pitch apresentado pelo estudante Rafael Domingos, do curso de Produção Musical e Fonográfica.
Como funciona
É um aplicativo desenvolvido para promover conforto acústico e bem-estar sensorial para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
A proposta busca utilizar experiências sonoras personalizadas para auxiliar na regulação sensorial, respeitando a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário.
É um trabalho conjunto dos estudantes Alice Sampaio Conson, Ana Carolina Coronel, Breno, Heitor Terciotte, João Henrique Fernandes, Maísa Bento Santos, Natali Xavier, Nickolas Peres Medeiros Alves, Rafael Domingos, Stephany Caroline Francisco da Silva, Taís Rodrigues da Silva, Victor Hugo e Vinícius Montalvão Alvarado, demonstrando a força da colaboração entre diferentes áreas do conhecimento.
Mais do que uma solução tecnológica, o projeto reflete o compromisso da equipe com os princípios de diversidade, inclusão e acessibilidade. Desde sua concepção, o TEA SoundScape foi pensado para compreender e respeitar as diferentes experiências sensoriais vivenciadas por pessoas dentro do espectro autista, reconhecendo a singularidade de cada indivíduo e valorizando a neurodiversidade como elemento central do desenvolvimento da plataforma.
Para os participantes, a inovação deve estar associada à promoção de impacto social positivo e à construção de soluções capazes de tornar a sociedade mais inclusiva.
Enquadrado na categoria HealthLab, o projeto une pesquisa científica, tecnologia e impacto social para desenvolver uma ferramenta que respeita a diversidade neurológica e as necessidades individuais de cada usuário, demonstrando como a inovação pode contribuir para a construção de soluções mais humanas e acessíveis.
A responsabilidade de representar a equipe diante da banca avaliadora ficou a cargo do estudante Rafael Domingos, que conduziu o pitch decisivo responsável por garantir a classificação do projeto para a etapa final da competição. Segundo ele, o resultado é consequência direta do trabalho colaborativo desenvolvido ao longo de um ano de pesquisa e aprimoramento da proposta. “Apresentar o projeto para uma banca de especialistas foi uma experiência desafiadora e extremamente enriquecedora. Acredito que a confiança na comunicação, aliada à imersão que tive durante todo o desenvolvimento do TEA SoundScape junto aos meus colegas e ao professor Felipe Faraco, permitiu transmitir com clareza não apenas os aspectos técnicos da solução, mas também o propósito humano que existe por trás dela. Nosso objetivo sempre foi mostrar que a tecnologia pode ser uma ferramenta de inclusão, respeitando a diversidade neurológica e as vivências individuais de cada pessoa. Ver esse trabalho ser reconhecido e alcançar a final do Shark Hub é motivo de orgulho para toda a equipe”, destaca o estudante de Produção Musical.
O caráter multidisciplinar do projeto tem sido um dos principais diferenciais apontados durante a competição. Ao integrar conhecimentos de música, tecnologia, psicologia e comunicação, a equipe desenvolveu uma solução que alia pesquisa científica, inovação tecnológica e impacto social.
A conquista também foi celebrada pelo professor Felipe Faraco, idealizador e orientador do projeto. Segundo ele, um dos aspectos mais gratificantes da trajetória do TEA SoundScape foi acompanhar a transformação de uma ideia inicial em um projeto construído coletivamente pelos estudantes.
“O TEA SoundScape nasceu como uma ideia minha, mas fico extremamente feliz em perceber que ele se tornou nosso. Hoje, o projeto é resultado do trabalho conjunto entre mim e os estudantes participantes, que atuam como verdadeiros parceiros no desenvolvimento da solução. Essa é uma das experiências mais valiosas proporcionadas pelo Ânima Hub: oferecer protagonismo aos alunos e permitir que eles participem ativamente da criação, validação e evolução de um produto com potencial de impacto real na sociedade. Os resultados que estamos alcançando demonstram a força desse modelo de inovação colaborativa”, afirma Felipe Faraco.
Para o docente, a classificação para a final do Shark Hub vai além do reconhecimento acadêmico e tecnológico. O resultado evidencia o potencial da integração entre ensino, pesquisa e empreendedorismo, fortalecendo a formação dos estudantes e ampliando as possibilidades de desenvolvimento de soluções inovadoras voltadas a demandas concretas da sociedade.
A classificação para a final coloca o TEA SoundScape entre os projetos de destaque do Shark Hub, iniciativa que reúne propostas inovadoras voltadas à criação de novos produtos, serviços e tecnologias. Em meio à participação de equipes de diferentes áreas do conhecimento, o projeto tem se destacado pela relevância social de sua proposta e pelo potencial de contribuir para a qualidade de vida da comunidade neurodivergente.
Agora, a equipe se prepara para a etapa decisiva da competição, levando para a final uma proposta que une tecnologia, inclusão e inovação social. Independentemente do resultado final, a trajetória do TEA SoundScape já evidencia o potencial transformador da pesquisa acadêmica quando associada à colaboração interdisciplinar e ao compromisso com desafios reais da sociedade.Ao colocar a diversidade, a acessibilidade e o bem-estar no centro da inovação, o projeto demonstra como a universidade pode atuar como agente de transformação social, desenvolvendo soluções tecnológicas mais humanas, inclusivas e socialmente relevantes.
Texto de Rafael Domingos (Produção Musical) da AGCOM, agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi.
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