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AMO HSM-ANHEMBI: Lifelong Learning Summit 2026 discute IA, pensamento crítico e os novos caminhos da aprendizagem

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Especial Laboratório de Jornalismo HSM-Anhembi

Por Luciano Massi, estudante de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi

“No dia 28 de setembro de 2026, tive a oportunidade de participar do Lifelong Learning Summit 2026. O evento aconteceu no Learning Village (LV), em São Paulo, e teve como tema central a aprendizagem ao longo da vida.

Sabendo do conceito do summit, a principal pergunta que levei foi: o que significa continuar aprendendo quando o mundo muda mais rápido do que aquilo que aprendemos? Usei o questionamento como fio condutor para assistir aos painéis.

Fui recepcionado por Luciana Marcelino, responsável pela arquitetura e posicionamento dos produtos editoriais da HSM Management, que guiou a mim e Julia Colman, estudantes de jornalismo, por toda a sede do LV. Encerrado o tour, tomamos café e fomos às palestras.

Lifelong Learning: aprender continuamente para continuar relevante

Léo Carvalho foi o responsável pelo primeiro painel. Cofundador da ONION Learning, ateliê de desenvolvimento corporativo e uma metodologia de ensino que estrutura o conhecimento de forma prática e gradual, subiu ao palco às 09h35. Logo na abertura, Léo trouxe à luz o significado do “lifelong learning”. Fui ao evento pensando que tratava-se de estudar durante toda a vida.

Faz sentido, mas não é apenas sobre isso.

O exemplo dado pelo palestrante ilustra perfeitamente o significado: Boris Casoy, jornalista criador de um dos mais emblemáticos jargões da televisão brasileira, o “isso é uma vergonha”, decidiu cursar Medicina Veterinária aos 80 anos de idade. Provavelmente, ele não exercerá a profissão. Então, por que ele voltou a estudar? Pela sede de aprender!

Léo deu sequência explicando o que é ser competente. Não basta apenas saber, a competência é a junção de atitude, habilidade e, claro, conhecimento. Refletindo durante a explicação, entendi que a atitude pode ser a parte mais importante. De nada adianta saber o que fazer, mas não colocar à prova.

Me identifiquei com o painel, pois vivi algo parecido este ano: voltei a estudar. Sempre pensava: “não vai dar pra equilibrar tudo, vou deixar para depois”, mas a hora é agora, não existe um momento perfeito.

Ainda seguindo o raciocínio provocado com a palestra, Léo Carvalho destaca que o futuro depende do presente, as ações de hoje serão sentidas amanhã. E fez uma provocação: “ok, o futuro está ligado ao presente, mas o futuro é paradoxo”. As coisas podem não acontecer do jeito esperado.

Não é para desanimar, porque isso faz parte da vida. Segundo Léo, somos todos eternos aprendentes. Devemos ser curiosos por tudo o que é relevante em nossas vidas e na carreira profissional. É para ser curioso, ter coragem e disciplina.

O Ciclo 4P, introduzido durante a palestra, serve para ilustrar as fases do aprendizado:

Perguntar: quem não questiona ficará eternamente em dúvida;
Praticar: esse é o segredo para dominar qualquer assunto ou habilidade;
Provar: ninguém aprende sem sujar as mãos, é preciso colocar a mão na massa;
Partilhar: o conhecimento é feito para ser passado adiante.

Lideranças que aprendem: como transformar discurso em comportamento

A segunda palestrante subiu ao palco às 10h05: Poliana Abreu, chief-knowledge officer da HSM, SingularityU Brazil e Learning Village.

Poliana abriu sua apresentação escancarando um problema super atual. Hoje em dia, não falta informação, tem de sobra, porém, o que falta é a atenção. Diariamente somos bombardeados com milhares de notícias e anúncios. É impossível acompanhar tudo. Tem conteúdo de sobra, mas o que faremos com tudo isso?

O quadro se agravou com o desenvolvimento da Inteligência Artificial. Mais do que nunca, podemos saber sobre tudo. Para se ter uma ideia, a ciência indica que um único dia de leitura do The New York Times, contém muito mais informação do que um homem pré-histórico consumiu em toda a sua vida, apontou Poliana.

Com o avanço da IA, as redes sociais foram inundadas de pessoas que se auto proclamam líderes, afirmando uma autoridade inexistente. O problema se agrava, quando se trata de um assunto novo. É impossível ser especialista em algo recém-descoberto.

Visualizações, curtidas, compartilhamentos e número de seguidores são os pilares da autoridade declarada. Do outro lado da tela, quem consome o conteúdo, acredita que o criador domina o assunto Autoridade declarada é diferente de autoridade construída ao longo do tempo. Nem sempre a pessoa com mais seguidores é mais qualificada.

Já aconteceu comigo, e ocorre com milhões de pessoas todos os dias. Um influencer compartilha uma dica milagrosa. Você segue o passo a passo corretamente, mas no fim não consegue o resultado prometido. Será que a informação transmitida tem base ou é só mais um caça-cliques?

Portanto, a curadoria está em toda parte. Nas empresas e organizações, tornou-se algo fundamental. Poliana explicou detalhadamente cinco modelos:

Agregação é reunir em um único lugar as principais informações sobre um determinado tema;
Destilação significa pregar um universo grande de informações, reduzindo e filtrando apenas a parte relevante;
Elevação diz respeito a enxergar uma tendência, um padrão ou até mesmo um insight maior. É necessário estar atento a todos os sinais;
Mashup combina conteúdos, perspectivas ou referências para criar um novo ponto de vista sobre um assunto específico;
Cronologia serve para mostrar a evolução de assuntos e conceitos ao longo do tempo. As informações podem ser organizadas numa linha do tempo.

O trabalho de curadoria leva tempo e dedicação. Atualmente, todo mundo busca atalhos, querendo as respostas o mais rápido possível. A Inteligência Artificial traz essas respostas com rapidez. Mas promove a terceirização do pensamento e criatividade.

Poliana Abreu encerrou a palestra deixando uma provocação no ar: “você consome informação de quem cria conteúdo ou de quem constrói pensamento?”

O fim do PPT: a arte de transformar a teoria em comportamento

O terceiro painel iniciou às 10h35, sob o comando de quatro especialistas no desenvolvimento humano: Rose Kurdoglian, Anna Agostini, Daniela Matos e Alessandro Reis.

A palestra começou repleta de questionamentos e provocações. A seguinte pergunta foi lançada aos espectadores: “quantas apresentações vocês assistiram nos últimos anos que realmente mudaram alguma coisa no seu comportamento?”

Não existe falta de conteúdo. Falta transformar essa imensidão de conteúdo em comportamento. O PowerPoint deve ser enxergado como aliado, e não inimigo. O problema é achar que o aprendizado terminou junto com a apresentação.

O efeito PPT acontece pela falta de compreensão. É comum sair de uma apresentação e afirmar: “foi algo inestimável, que apresentação enriquecedora”. Mas no dia seguinte, o colaborador volta ao trabalho e faz tudo do jeito de sempre, sem aplicar nada do que foi aprendido.

O PowerPoint ajuda a apresentar a ideia, no entanto, ele sozinho não faz alguém incorporar o conceito. E isso conversa diretamente com o lifelong learning. Aprender ao longo da vida não se resume a consumir conteúdo até a morte, significa mudar continuamente a maneira como pensamos e agimos a partir daquilo que aprendemos.

Terceirizamos o próprio pensar?

A partir das 11h20, Rafael Lacerda e Daniel Luzzi, especialistas em educação digital, em conjunto a André Cruz, que atua na convergência entre neurociência, comportamento e cultura, e Alexandre Espinosa, executivo de Recursos Humanos, colocaram em pauta um assunto relevante em tempos de IA.

Este foi, sem dúvida, o painel mais aguardado por mim, que buscava provocações.

Buscamos respostas rápidas e assertivas, queremos tudo ao mesmo tempo. O nosso cérebro não tem a capacidade de absorver tudo isso, com a rapidez que desejamos. É aí que a Inteligência Artificial entra, sufocando o pensamento crítico.

Onde está o limite entre a tecnologia, como alavanca cognitiva, e a terceirização do pensar? Quando desconhecemos essa fronteira, entramos em um território perigoso. Deixamos uma máquina formar a opinião, terceirizando o pensamento.

Essa pergunta lançada por André Cruz, me deixou pensativo. Já que o limite é desconhecido, onde isso vai parar?

Existem limites para usar a IA, sem deixar que ela tome todas as decisões por nós. Por exemplo, seu uso é indicado para resolver problemas complexos ou fornecer conhecimento sobre temas desconhecidos, segundo Daniel Luzzi.

Isso não se restringe ao uso do Chat Gpt, Claude, Google Gemini e demais IAs. Elas estão presentes em todas as partes das redes sociais, acessadas por milhões de pessoas diariamente.

A Inteligência Artificial também está padronizando, ou melhor, robotizando tudo. É só observar as redes sociais, está tudo igual, sem personalidade. Você olha e pensa: “esse layout é do Claude!”

Onde é que foi parar a criatividade das pessoas? Será que pensar é tão complicado assim? Ou será que produção em quantidade é mais importante do que a originalidade?

O ideal é não terceirizar nenhuma parte do pensamento. Caso contrário, haverá perda da capacidade de raciocínio, do senso crítico e da criatividade. Claro, ser ajudado pela IA pode ser benéfico, mas a última palavra, a decisão final, deve ser tomada pelo ser humano.

Buscamos atalho para tudo. A Inteligência Artificial é a rainha dos atalhos, sempre mostrando um caminho simples e curto. Mas devemos vivenciar o processo e entendê-lo, pois sem processo não há resultado.

Para mim, o Lifelong Learning 2026 trouxe mais dúvidas do que respostas. Acredito que esse foi um dos objetivos do summit, alguns palestrantes também afirmaram isso.

Mesmo assim, a minha principal dúvida foi resolvida: “o que significa continuar aprendendo quando o mundo muda mais rápido do que aquilo que aprendemos?”

Aprender pro resto da vida não deve ser visto como obrigação. Devemos pensar que isso é fundamental para seguirmos preparados.

Me identifiquei com o tema central do evento. Neste ano, voltei aos estudos, superando o receio de não conseguir dar conta. Depois das palestras, tenho certeza que tomei a melhor decisão possível. E quero levar o conceito lifelong learning para frente.

Desaprender para evoluir: como superar o ‘sempre foi assim’.”


Por Julia Colman, Estudante de Jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi

“Após o almoço, às 13h30, o evento foi dividido em quatro salas. A quarta sala teve como tema “Desaprender para evoluir: como superar o ‘sempre foi assim’”, com Rose Kurdoglian, fundadora da RK Mentoring Hub, uma empresa de mentoria executiva, de carreira e organizacional voltada para o desenvolvimento de lideranças e transformação cultural com propósito, e Anderson Cairiac, consultor parceiro da HSM, como palestrantes.

No início da apresentação, nos dividimos em quatro grupos e recebemos um pacote novo do jogo “UNO”. A proposta era começar o jogo com sete cartas e terminar sem nenhuma, de forma rápida, mas sem necessariamente seguir as regras tradicionais do “UNO”. Isso deixou todos um pouco perdidos no início. Mesmo sem receber as instruções, alguns participantes começaram a seguir regras que já conheciam do jogo original, mostrando como, muitas vezes, seguimos padrões que já estão estabelecidos sem questioná-los.

A partir da dinâmica do jogo, os palestrantes abordaram a importância de compreender que regras e o senso comum são necessários tanto no ambiente de trabalho quanto em outras situações, pois ajudam a orientar nossas ações e estabelecer uma direção. No entanto, também destacaram que, às vezes, se prender ao pensamento de “sempre foi assim, não adianta mudar” pode limitar novas ideias e possibilidades.

Nesse sentido, desaprender alguns conceitos e estar aberto a diferentes formas de pensar pode contribuir para a evolução, além de incentivar a escuta e a valorização das opiniões de outras pessoas.

Essa dinâmica me ajudou a perceber, de uma forma prática, que nem sempre precisamos seguir aquilo que já conhecemos e que estar aberto a novas possibilidades pode nos ajudar a encontrar diferentes maneiras de resolver uma situação.

Aprender em meio ao caos: como conciliar urgência, reflexão e futuro

Às 14h30, Flora Alves, empreendedora, escritora e cofundadora da SG Aprendizagem Corporativa, entrou em cena com seu jeito carismático e extrovertido. Flora não se limitou ao palco, caminhou pelo espaço e procurou olhar para todos os participantes, criando uma proximidade maior com o público.

De um jeito divertido, Flora fez com que todos ficassem de pé e se apresentassem para a pessoa ao lado. Com essa dinâmica, acabei conhecendo Vinicius Arakaki, fundador da Edusense, uma edtech brasileira (empresa de tecnologia educacional) fundada em 2018 que oferece uma plataforma completa de educação corporativa e desenvolvimento de talentos, durante alguns minutos, contamos um pouco sobre nós mesmos. Após a apresentação, Flora explicou que realizou essa dinâmica para que as pessoas pudessem se conectar mais umas com as outras. Ela destacou que “estamos desacostumados com a conexão humana e precisamos de mais conexão”.

Flora também falou sobre a importância de continuar aprendendo e explicou que aprender é estar presente, não sendo apenas um acúmulo de informações, mas uma travessia. Ela destacou que “aprender é um esporte de contato”, pois exige atrito com a realidade. Para explicar essa ideia, utilizou o exemplo de pedir para um autor descrever o sabor de uma pera. Ele poderia usar as palavras mais bonitas e descrever o sabor da melhor maneira possível, mas, para realmente conhecer esse sabor, precisamos experimentar a pera.

Outro ponto abordado foi a necessidade de parar de criar “sucata de aprendizagem” e identificar aquilo que realmente pode ou não ser resolvido por meio da aprendizagem. Para isso, precisamos desenvolver curiosidade, conexão e aplicabilidade. Cada pessoa aprende a partir de suas próprias experiências e vivências, por isso, aprender não significa apenas receber informações, mas também vivenciá-las e colocá-las em prática.

A relação mudou: estratégias de engajamento de aprendizagem sem que seja obrigatória

A última palestra do dia começou às 15h10 e contou com a participação de Vinicius Arakaki, mestre em Tecnologias da Inteligência e Design Digital pela PUC-SP; Juliana Monteiro, gerente de Educação Corporativa no Aché Laboratórios; Carlos Eduardo Santos, que atua no desenvolvimento de pessoas como formador, palestrante e mentor, além de ser especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional, aprendizagem e liderança; e Jaqueline Lamente, especialista em liderança regenerativa, cultura de propósito e desenvolvimento de lideranças conscientes.

Durante a palestra, os participantes conversaram sobre diferentes estratégias utilizadas para estimular a aprendizagem sem que ela se torne obrigatória ou entediante. Juliana compartilhou uma experiência vivida em uma empresa onde trabalhou anteriormente. Na época, os funcionários eram obrigados a realizar um teste no computador dentro de um determinado prazo. Caso não cumprissem a atividade, o computador era bloqueado e o funcionário era “chamado para uma conversinha”. Segundo ela, apesar de os funcionários realizarem o teste, existia um certo receio ou até mesmo “medo” em relação à atividade.

A situação apresentada por Juliana mostrou como a forma utilizada para incentivar a aprendizagem pode influenciar diretamente a maneira como as pessoas se relacionam com ela. Quando o aprendizado é associado à cobrança ou ao medo de alguma consequência, ele pode acabar sendo visto apenas como uma obrigação, e não como uma oportunidade de desenvolvimento.

Após o encerramento das palestras, todos puderam desfrutar de um coquetel. Esse momento foi uma oportunidade para conversar com outras pessoas, trocar ideias e compartilhar as experiências e aprendizados que tivemos ao longo do evento.

Participar do Longlife Learning Summit 2026 certamente foi uma experiência que vou levar comigo. O evento me fez refletir em diversos momentos e me proporcionou uma visão mais ampla sobre a importância da aprendizagem ao longo da vida. Os conteúdos apresentados, junto com o carisma e a experiência dos palestrantes, mostraram a necessidade de buscar continuamente novos conhecimentos e desenvolver competências, especialmente diante das constantes mudanças que ocorrem na sociedade e no mercado de trabalho.”

Laboratório de Jornalismo HSM-Anhembi é uma das frentes criativas da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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AMO MODA: Oficina de marcenaria estimula alunos a criarem peças com madeiras recicladas

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Oficina de marcenaria com estudantes de Design de Moda

“Já parou para pensar se a madeira é reciclável?

Madeiras recicladas retiradas de lixos podem ganhar novas funções?

Essas questões moldaram minha experiência durante a Oficina de Marcenaria promovida pela professora Gabriela Elora da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) com estudantes de Design de Moda.

Durante a dinâmica, com a assistência do técnico Gabriel Ramos, foi possível conhecer sobre máquinas e ferramentas usadas para trabalhar com madeiras, além de também aprender na prática como manusear os equipamentos a partir do conceito de sustentabilidade.

A oficina aconteceu no dia 09 de outubro de 2026 no campus Vila Olímpia da AMO e tinha como proposta fazer uma arara inspirada na que foi criada para o Trabalho de Conclusão de Curso da própria professora, sem gastar nada. Detalhe: não só as madeiras eram sobras de descarte, como também os parafusos.

Redução de custo de produção de um projeto, detalhamento sobre o manuseio de maquinário no laboratório da universidade (com o uso de equipamentos de proteção individual – EPIs, vestimenta adequada e o auxílio de um profissional ou supervisor), a importância do impacto ambiental diante do que produzimos, consumimos e descartamos foram discussões que me ajudaram na conscientização ambiental.

Versátil, estimulante, a oficina de marcenaria me instigou, estimulou a minha criatividade, abrindo um leque de possibilidades que agregam valor a qualquer projeto/campanha produzida pelos alunos.”

Colaboração de Alexandre Vieira De Paula (xan), de Publicidade e Propaganda para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação. Supervisão profa. Fernanda Iarossi.

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AMO CULTURA: Alunos da Anhembi Morumbi participam de concertos no Cultura Artística

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Alunos de Música visitam Cultura Artística

Alunos da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) participaram de visitas ao Teatro Cultura Artística, um dos espaços culturais mais tradicionais de São Paulo e ampliam suas experiências no universo musical com diferentes apresentações artísticas e culturais no centro de São Paulo.

Fundada em 26 de setembro de 1912, a Sociedade de Cultura Artística surgiu com o objetivo de promover manifestações culturais, encontros literários e apresentações musicais. Ao longo de sua trajetória, tornou-se uma referência na difusão da música clássica e na valorização da cultura brasileira.

O teatro, inaugurado em março de 1950, foi projetado pelo arquiteto Rino Levi e possui o mural Alegoria das Artes, criado por Di Cavalcanti. Após um incêndio em agosto de 2008, o espaço passou por um processo de reconstrução e foi reinaugurado em agosto de 2024.

A professora Maria Tereza Gonzaga, que leciona Criação Musical, Teoria Musical e Desenvolvimento de Produtos Musicais na Anhembi Morumbi, explica que a parceria permite aos estudantes assistir gratuitamente à apresentações de valores elevados, além de conhecer a estrutura e o tratamento acústico do teatro.

A docente também destaca a importância histórica do Cultura Artística para São Paulo e ressalta que a experiência amplia o repertório cultural dos alunos, contribuindo para sua formação acadêmica e profissional.

As visitas realizadas nos dias 24 de agosto, 11 e 14 de outubro de 2026 fazem parte de uma parceria entre a universidade e o Cultura Artística, que oferece, em média, de 10 a 14 ingressos gratuitos por apresentação para estudantes de diferentes cursos. Entre as atividades estão concertos internacionais e o show de Chico César, em 14 de outubro, por exemplo que contou com dez alunos. A iniciativa busca ampliar o acesso dos universitários à cultura.

O espaço fica na Rua Nestor Pestana, 196, no centro de São Paulo. Ingressos e informações: www.culturaartistica.org.

Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Profa. Maria Tereza Gonzaga.

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AMO SOLIDARIEDADE: Participe da 5ª Edição da Campanha Outubro Rosa nas bibliotecas da Anhembi Morumbi

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Outubro Rosa arrecada lenços

Com o objetivo de unir a comunidade acadêmica em prol da conscientização e do apoio a mulheres que enfrentam o tratamento oncológico, as Bibliotecas da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) realizam a 5ª Edição da Campanha Outubro Rosa.

A ação social, que segue até o dia 02 de novembro de 2026, convida alunos, professores e colaboradores a doarem um ou mais lenços nos pontos de coleta oficiais da instituição. As arrecadações estão centralizadas nas Bibliotecas Anhembi Morumbi: Vila Olímpia, Mooca, Paulista, Piracicaba e São José dos Campos (SP).

Como forma de incentivar o engajamento dos estudantes, a entrega de cada lenço garante a concessão de horas complementares para os cursos que têm esse item como obrigatório no currículo.

Alcançar o quinto ano seguido prova que a campanha já virou uma tradição de solidariedade e responsabilidade social na Anhembi Morumbi. Yasmin Macedo, auxiliar de biblioteca na AMO, destaca os resultados práticos da última ação e o motivo da escolha da entidade parceira deste ano. ”O balanço que fazemos é bem positivo. Em 2024, arrecadamos mais de 500 lenços nas bibliotecas da Anhembi Morumbi e, em 2025, foram mais de 160 doações. Todos os itens foram destinados ao Instituto Quimioterapia e Beleza, que é nosso parceiro desde a primeira edição”, detalha.

Fortalecendo a autoestima feminina, todos os lenços recolhidos nesta edição serão revertidos para o Banco de Lenços Flávia Flores. Fundada pela ativista, ex-modelo e escritora Flávia Flores, a iniciativa nasceu a partir da sua própria experiência com o diagnóstico de câncer, quando percebeu que o acessório trazia leveza, cor e bem-estar para o seu dia a dia. Hoje, o projeto atua como um dos principais braços do Instituto Quimioterapia e Beleza, atendendo e enviando gratuitamente os itens higienizados e embalados para pacientes em tratamento por todo o Brasil, promovendo o resgate da autoestima em um momento delicado na saúde da mulher.

“Chegar ao quinto ano consecutivo demonstra a continuidade dessa iniciativa e o forte envolvimento da nossa comunidade acadêmica. Essa campanha vai além da arrecadação; ela representa acolhimento, cuidado e reforça o papel da biblioteca como um espaço que promove empatia e transformação social. Manter a parceria em 2026 reflete nosso compromisso em contribuir para a autoestima de pessoas em tratamento oncológico e nos traz a grande gratificação de mobilizar a comunidade nessa corrente de solidariedade”, destaca Yasmin.

Gostou da mensagem que a campanha disponibiliza? Então, se você quer apoiar essa causa e colaborar, aqui estão orientações de como participar: Para fazer a sua doação, basta comparecer à biblioteca do seu campus até o dia 2 de novembro de 2026 e entregar os lenços diretamente no balcão de atendimento.

Para saber mais detalhes sobre a campanha e acompanhar outras iniciativas institucionais, acesse o perfil oficial no Instagram @anhembimorumbibibliotecas.

Texto de Giovanna Fagerston (Jornalismo) da AGCOM – Agência Experimental de Comunicação da AMO, sob supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos cedidas por Yasmin Macedo (auxiliar de biblioteca).

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