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AMO EDUCAÇÃO FÍSICA: Já ouviu falar de Pickleball?

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Confederação Brasileira de Pickball

Ele é um esporte de raquete de quadra dividida que une as características do tênis, badminton, tênis de mesa e do wiffle ball (variação mais simples e recreativa do beisebol). Pode ser praticado individualmente ou em duplas, tanto em espaços fechados quanto ao ar livre.

E a modalidade foi foco dos alunos Educação Física da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), que fizeram uma visita à Confederação Brasileira de Pickleball (CBP) em São Paulo.

Para o professor Ivan Tertuliano da AMO, os discentes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre as regras, os aspectos técnicos e pedagógicos do pickleball, além de compreender a organização de eventos esportivos, os benefícios cardiovasculares, metabólicos e as medidas de prevenção de lesões. “A vivência também contribuiu para complementar os conteúdos trabalhados na sala de aula ao transformar os conceitos teóricos em experiências aplicadas em quadra e o desenvolvimento pedagógico adaptando o ensino e a prática em diferentes cenários”, explica.

Mais sobre a entidade
A Confederação Brasileira de Pickleball, órgão unificador e regulador nacional de gestão esportiva do Pickleball no país, é reconhecida pelas entidades internacionais, internacionais Pickleball Federation of the Americas (PFA) e Global Pickleball Federation (GPF).

Seu objetivo é promover e popularizar o esporte no país, através das escolas e comunidade e oferecer apoio direto às federações estaduais. Ela também fortaleceu a organização da modalidade em âmbito nacional, passou a regulamentar os torneios e promover capacitações.

Com isso, o esporte já soma mais de 10 mil praticantes no Brasil.

O esporte chegou no Brasil por volta de 2013. De uma maneira ampla, a partir de duas iniciativas, ganhou popularidade. A primeira foi em Governador Valadares (MG), através de imigrantes e missionários norte-americanos, que colaboraram para a fundação da Associação Brasileira de Pickball (ABP). A segunda teve seu início com a atuação de Fernando Monteiro, ex-diretor da Associação Atletas em Ação.

Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Imagens cedidas pelo professor Ivan Tertuliano.

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AMO COMUNICARTE: Perspectivas da primeira palestra nacional da ComunicArte 2026

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comunicarte 2026

Especial COMUNICARTE2026 por Maria Julia Weishaupt

“Olá, eu sou a Maria Julia (Maju), estudante de Publicidade e Propaganda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e integrante da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO.

Quero compartilhar com você hoje a minha experiência no primeiro dia de palestras
nacionais da ComunicArte, Semana de Comunicação e Artes do Ecossistema Ânima, que neste ano tem como tema central “Sinais do futuro” e traz convidados de diferentes áreas de atuação dentro das duas áreas para discutir sobre o que esperar do mercado nos próximos anos, e como nos adequarmos a esse futuro próximo.

A palestra das nove de 4 de novembro foi mediada pela professora Camila Farias, e Patrício Júnior, grande redator publicitário e roteirista, foi o convidado da vez. O tema da conversa foi “O futuro é quem sabe contar histórias”, e de uma forma bastante leve, descontraída e altamente instigante, os dois nos edificaram sobre temas sérios e considerados até mesmo espinhosos do cenário atual do mercado.

Dentre as perguntas sugeridas pela professora Camila, sugiram discussões interessantíssimas, como por exemplo: como o poder atemporal das histórias pode realmente apontar o futuro, o uso das redes sociais na publicidade e o pouco estudo do impacto delas na psique dos usuários, como as relações interativas online (comunidades, memes e fandoms) impactam a contação de histórias e, na minha opinião, a mais difícil, a necessidade de uma regulamentação do uso da inteligência artificial.

Sobre essa última questão eu gostaria de parafrasear as palavras de Patrício que me marcaram muito por sua extrema relevância e clareza: o mercado criativo, especialmente o publicitário, já entendeu que a inteligência artificial não veio para substituir o profissional humano, apesar dos constantes avanços tecnológicos. A IA veio como uma ferramenta poderosa que potencializa e acelera o processo criativo do artista.

Patrício terminou a sua fala contando sobre como delegar capacidades criativas para
inteligências artificiais torna o processo e o significado da obra como um todo mais ralo, e
recomenda que não deixemos “a parte mais legal do trabalho de artista” com ela. Por fim deixou um pedido para a audiência: “Sejam pessoas boas!”, terminando sua participação na ComunicArte com chave de ouro!”.

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AMO ARTE: Alunos e egresso da Anhembi integram equipe nas comemorações dos 30 anos de Caleidos Cia. de Dança

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Teatro Dança Mostra

A Mostra Caleidos 30 Anos, com espetáculo mensal em micro temporadas gratuitas aos finais de semana na sede da companhia em São Paulo, foi mais uma aula especial para os estudantes do Curso de Dança da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), com a orientação dos professores Robson Lourenço e Flávia Scheye Spirópolus.

Eles assistiram ao espetáculo “Lugar Comum”, dirigido e coreografado por Isabel Marques e com co-direção e dramaturgia de Fábio Brazil que contou com trio de alunos e ex-aluno da AMO: em cena, Beatriz Rivas (do oitavo semestre) e Daniel Rechtman (formado em Teatro e Dança). Na operação de luz e som, Rafaela Petrone, também do oitavo semestre do mesmo curso.

Conheça mais
Caleidos Cia. de Dança foi criada em 1996 pela professora e pesquisadora de dança Isabel Marques (1964) na cidade de Campinas (SP). Segundo a Enciclopédia Itaú Cultural, antes de se firmar como companhia, nasceu “como Caleidoscópio Grupo de Dança e Educação, vinculado à Faculdade de Educação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp)”. E desde 1998, o grupo de pesquisa, de maneira independente, atua na cidade de São Paulo. Conta com o Instituto Caleidos, dirigido por Isabel Marques e o diretor de dança Fábio Brazil, na criação de projetos nos campos da educação e das artes.

Nas comemorações de 30 anos de atividades na dança e na educação, a Mostra gratuita conta com a apresentação de três espetáculos do repertório recente da companhia, a remontagem de um trabalho de 2005 e a criação de um trabalho inédito.

Mostra Caleidos • 30 anos de dança, educação e pesquisa
Até dezembro de 2026 – apresentações gratuitas
Ingressos retirados com 30 minutos de antecedência
Rua Mota Pais 213, Lapa – São Paulo (SP)
Mais informações: www.caleidos.online

Curadoria AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi. Imagens de @amo.teatrodanca

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AMO PRODUÇÃO MUSICAL: Anhembi Club transforma o campus em pista e aproxima estudantes do universo da discotecagem

Projeto do curso de Produção Musical e Fonográfica promove apresentações de DJs no campus Vila Olímpia e amplia as experiências práticas dos estudantes no ramo da música eletrônica.

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Projeto do curso de Produção Musical e Fonográfica promove apresentações de DJs no campus Vila Olímpia e amplia as experiências práticas dos estudantes no ramo da música eletrônica.

O intervalo entre as aulas ganhou uma nova trilha sonora na Universidade Anhembi Morumbi (AMO) na Vila Olímpia. Com apresentações de DJs e atividades musicais abertas à comunidade acadêmica, o Anhembi Club vem ocupando diferentes espaços do campus Vila Olímpia e criando oportunidades para que estudantes experimentem, compartilhem e desenvolvam habilidades no universo da música eletrônica.

A iniciativa está vinculada ao curso de Produção Musical e Fonográfica, sob coordenação do Profº Rafael Paste e propõe levar a prática musical para além dos estúdios e das salas de aula. Nas apresentações, os estudantes têm a oportunidade de explorar a discotecagem, experimentar repertórios, desenvolver técnicas e vivenciar a dinâmica de uma apresentação ao vivo.

Música que ocupa os espaços universitários

As atividades acontecem semanalmente em espaços abertos do campus Vila Olímpia, no térreo ou no andar -1, aproximando a música de estudantes de diferentes cursos e colaboradores da universidade.

Projeto Anhembi Club com estudantes. Foto/Reprodução: @anhembiemusic

Mais do que oferecer um espaço para apresentações, o Anhembi Club também funciona como uma oportunidade de descoberta. A experiência permite que estudantes que ainda não tiveram contato com as pick-ups conheçam a discotecagem e explorem novas possibilidades dentro da produção musical.

A iniciativa também contribui para tornar a música eletrônica mais presente no cotidiano universitário, estimulando a troca entre diferentes públicos e o compartilhamento de experiências musicais.

Da experiência acadêmica à prática profissional

A participação em projetos como o Anhembi Club permite que os estudantes desenvolvam competências que fazem parte da atuação profissional na música: pesquisa musical, seleção de repertório, organização de sets, operação de equipamentos, apresentação artística e interação com o público.

Para Rafael Domingos, estudante do último semestre de Produção Musical e Fonográfica e integrante da comunidade acadêmica da Anhembi, iniciativas práticas como essa representam uma oportunidade de aproximar os conhecimentos desenvolvidos durante a graduação das experiências reais desse setor musical voltado para música eletrônica. Além disso ele ressalta as trocas de experiências e integração entre todos estudantes.

“Acompanhei algumas apresentações dos meus colegas e também venho observando o crescimento e a movimentação em torno do projeto. É interessante perceber como o Anhembi Club tem despertado o interesse de novos estudantes pela discotecagem. Muitas pessoas estão tendo seu primeiro contato com essa prática por meio da iniciativa. Isso contribui muito para a nossa formação, porque nos permite vivenciar a discotecagem na prática e desenvolver habilidades que vão além da teoria. Mixar ao vivo exige técnica, sensibilidade musical e repertório, além da capacidade de compreender e interagir com o público. Do ponto de vista profissional, também é um mercado bastante aquecido e que oferece diferentes possibilidades de atuação dentro de Produção Musical. Eu mesmo nunca havia tido contato com a discotecagem e aprendi muito observando e trocando experiências com alguns colegas, como por exemplo, com o Kauan Navarro, também estudante da Anhembi Morumbi. Essa troca entre estudantes é um dos aspectos mais interessantes do projeto.”, ressalta Rafael Domingos.

Evento Semana Anhembi E-Music. Foto/Reprodução: @anhembiemusic

Anhembi Club e a Semana de Música Eletrônica

Neste semestre, as apresentações do Anhembi Club também integram a movimentação que antecede a 14ª edição da Semana de Música Eletrônica (SAEM), realizada entre os dias 4 e 6 de novembro de 2026, no campus Vila Olímpia.

Organizada pelo professor Rafael Paste em conjunto com estudantes, a SAEM reúne palestras, workshops, bate-papos, apresentações musicais e exposição de equipamentos, aproximando a comunidade acadêmica de profissionais e diferentes possibilidades de atuação no mercado da música eletrônica.

Com entrada gratuita e aberta ao público, a programação reforça a proposta de conectar formação acadêmica, experimentação e mercado profissional.

As novidades sobre o Anhembi Club e as atividades do curso podem ser acompanhadas pelos perfis oficiais: @anhembiemusic e @prod.musical_uam.

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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