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Alunos dos cursos de Gastronomia, Eventos, Turismo e Hotelaria visitam “Equipotel”, feira para o setor de hospitalidade.

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Nesta quinta-feira (21), os alunos dos cursos de Gastronomia, Eventos, Turismo e Hotelaria da Anhembi Morumbi, visitaram à Feira Equipotel, no Expo Center Norte. Com intuito de conhecer as novidades do setor, também assistiram a palestra da docente Silvia Rizzo di Lione, que falou sobre o “Futuro dos cursos universitários de hotelaria”, ao lado do diretor de operações do Grupo Accor.

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AMO AERODESIGN: equipe universitária dos cursos de Engenharia aposta na prática para formação profissional

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Da sala de aula à pista de decolagem, estudantes da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) levam o conhecimento além do ambiente acadêmico por meio da Aeroduca, equipe de aerodesign que tem se consolidado como um espaço de aprendizado prático. Criado em 2013 e retomado em 2024, o projeto surgiu com o objetivo de aproximar os graduandos dos desafios reais da Engenharia.

Segundo o orientador do projeto, professor Estêvão Xavier Volpini, esse espaço é um reforço para que o estudante atue como protagonista da própria formação. “Hoje, temos projetos mais maduros, mais eficientes e com um nível técnico significativamente mais elevado.Mas o avanço não foi apenas técnico. A equipe passou a se organizar de forma mais profissional, com processos bem definidos, divisão clara de responsabilidades e uma cultura forte de colaboração”, conta destacando que a equipe está em constante evolução desde o retorno às atividades.

Competição e conquistas 
A SAE Brasil é responsável por promover a Competição SAE Brasil AeroDesign, que reúne equipes universitárias de todo o país em desafios práticos de engenharia. Na competição, os estudantes devem projetar e construir aeronaves radiocontroladas a partir de requisitos técnicos específicos. A avaliação considera, principalmente, a eficiência estrutural, relação entre o peso da aeronave e a carga que ela consegue transportar, além do desempenho em provas de voo, como decolagem e pouso em pista sob condições reais.

Foi nesse cenário que a Aeroduca marcou seu retorno em 2024: após anos afastada da competição, conquistou o 4º lugar geral no Torneio de Acesso (TA). A equipe também destacou-se ao alcançar a segunda maior carga paga e o maior MTOW (peso máximo de decolagem) da edição.

Estrutura e organização da equipe
A equipe é formada, principalmente, por alunos das Engenharias, mas também reúne estudantes dos cursos de Administração e Gestão, Design e Marketing, que integram o projeto em cada área.

O desenvolvimento das aeronaves é dividido em áreas específicas que atuam de forma integrada:

  • A área de Aerodinâmica, Estabilidade e Desempenho é responsável pelas definições de como a aeronave voa, como ela se comporta no ar e quanto consegue carregar.
  • Já a área de Estrutura, Cargas e Aeroelasticidade atua na segurança e resistência da aeronave, enquanto Eletrônica e Safety Assessment cuida do controle, monitoramento e análise de riscos durante as operações.
  • Além disso, a Aeroduca também conta com áreas de logística, marketing, finanças e desenvolvimento de cultura.

Pensando no futuro, a Aeroduca já tem objetivos bem definidos. Segundo Estevão, o foco agora é aumentar a quantidade de voos válidos durante a competição, com investimentos em confiabilidade, testes e processos de pré-voo. A consistência, segundo ele, será o diferencial para que a equipe avance com mais segurança e competitividade no cenário internacional.

Saiba mais e acompanhe o dia a dia dos estudantes da equipe em @aeroduca e @engenharias_uam no Instagram.

Texto de Grazielli Farias (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos:  Estêvão Xavier Volpini

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AMO DICAS: 4 pontos fundamentais do workshop na Agência California

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Workshop Agência California: alunos da AGCOM participam

Segue um miniguia para resumir os aprendizados a partir do workshop de audiovisual na Agência Califórnia, na Content House, em São Paulo, parceira da Ânima Educação, controladora da Universidade Anhembi Morumbi (AMO): Giovana Souza (Cinema), Rafael Domingos (Produção Fonográfica) e Saulo Pantoja (Jornalismo), estudantes da AMO e integrantes da AGCOM (Agência Experimental de Comunicação da AMO), destacam, além da visão macro do mercado, a experiência com lições técnicas e comportamentais essenciais para a carreira:

1. Domínio técnico e propósito do equipamento
O uso das ferramentas vai muito além do básico. Entender as funções do equipamento — desde o ajuste preciso do ISO para a captura de luz até a escolha do melhor ângulo de filmagem — é crucial para garantir que o cliente e o público tenham uma imersão completa nas emoções e objetivos propostos no produto final.

2. Entrevistas como condução de histórias
Um dos grandes destaques foi a compreensão de que, por trás de todo tema, existe uma história humana que, muitas vezes, é mais poderosa que o foco inicial da pauta. A pesquisa prévia sobre o entrevistado é o que permite criar uma conexão real com o público-alvo, transformando a conversa em uma narrativa envolvente.

3. O valor da oportunidade e do olhar atento
O mercado exige agilidade para identificar momentos valiosos. Durante o workshop, ficou claro que, mesmo com uma pauta pronta, devemos estar atentos ao que acontece ao nosso redor. Um novo fato pode surgir a qualquer momento, oferecendo uma oportunidade única de mudar e enriquecer completamente a narrativa original.

4. Construção de portfólio em tempo real
A abertura da agência para o conteúdo acadêmico reforçou a importância de encarar cada atividade experimental como um degrau profissional. A transição entre o “ser aluno” e o “ser mercado” acontece na prática, através da entrega de materiais que já reflitam o padrão de qualidade exigido pelas grandes agências.

Leia mais Alunos da AGCOM participam de workshop na Agência California

Texto de Saulo Pantoja (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi. Fotos: @Agenciacalifornia, Saulo Pantoja e Giovana Soares.  

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Eventos

AMO MUCA: 2ª edição conta com 100 filmes nacionais, internacionais e programação ampliada com novos parceiros

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2° edição do MUCA

A 2ª Mostra Universitária de Cinema e Audiovisual (MUCA), idealizada pela Universidade Anhembi Morumbi (AMO), vai acontecer entre os dias 6 e 12 de abril de 2026. Após o sucesso da primeira edição, a MUCA tem ganhado espaço entre estudantes, recém-formados e professores, consolidando-se como um espaço de exibição de projetos que valorizam a produção audiovisual acadêmica.

A MUCA nasce com o objetivo de tirar os filmes e documentários universitários das bancas avaliativas e apresentá-los ao público, ampliando o alcance das produções independentes para diferentes públicos e gerando impacto sobre os temas abordados. Mais do que uma vitrine, a mostra propõe transformar a universidade em um ponto de encontro entre estudantes, realizadores e público, fortalecer o diálogo em torno do cinema contemporâneo e das novas formas de narrativa.

Crescimento marca a segunda edição

De acordo com a professora Juliana Monteiro, organizadora da MUCA, a segunda edição evidencia um salto significativo em proporção e alcance. O evento de 2026 reúne mais de 100 filmes, selecionados a partir de mais de 600 inscrições, demonstrando o interesse crescente de estudantes e instituições pelo projeto.

Esse aumento reflete não apenas a consolidação da mostra, mas também a diversidade da produção audiovisual universitária. As obras contemplam diferentes gêneros e formatos, como ficção, documentário, animação, videoclipes e produções experimentais, ampliando o repertório apresentado ao público. Há também produções realizadas fora do Brasil, em países como México, Colômbia, Estados Unidos e Espanha, além de instituições brasileiras, reforçando parcerias.

A segunda edição também se destaca pela presença de produções internacionais e latino-americanas. Parcerias com universidades estrangeiras ampliam o alcance da mostra e promovem um intercâmbio cultural relevante, conectando estudantes brasileiros a outras realidades e linguagens. Esse diálogo internacional contribui para a construção de uma visão mais plural do cinema contemporâneo, aproximando diferentes contextos de produção e ampliando as referências dos participantes.

2° Edição do MUCA
Imagem: O leve bailar das borboletas de Leandro Fasoli | Divulgação MUCA

Obras evidenciam potência além da técnica

A MUCA contará com um total de 18 sessões distribuídas ao longo da semana. As exibições são realizadas principalmente no campus da universidade, na Mooca, em São Paulo, mas também estendem-se a espaços parceiros, como Cine Lasar Segall, Cineclube Sol y Sombra, Cineclube LACINE e Cineclube AMUNNF. Essa expansão territorial permite que a mostra alcance diferentes públicos e fortaleça sua proposta de democratização do acesso ao audiovisual.

Um dos principais diferenciais da MUCA está em sua curadoria. Em vez de focar exclusivamente na qualidade técnica, o processo de seleção valoriza aspectos como criatividade, inovação e potência narrativa. A análise das obras contou com a participação de estudantes de pós-graduação da AMO, que auxiliaram na triagem inicial antes da definição final da programação, conduzida pelos curadores-chefes Lucas Lespier, Juliana Monteiro, Ricardo Matsuzawa, Fernanda Duarte e Adriano, docentes da AMO responsáveis pela organização e curadoria.

Essa abordagem reconhece as limitações de produção enfrentadas no ambiente universitário e abre espaço para trabalhos que exploram soluções criativas e experimentais, mesmo com recursos reduzidos. O resultado é uma mostra mais diversa e representativa das múltiplas formas de fazer audiovisual.

Sessões temáticas ampliam debates socioculturais

Além da divisão por formatos, a programação da MUCA também inclui sessões temáticas que aprofundam discussões específicas. Entre os destaques está “Sobre Minha Mãe e Eu”, que reúne diferentes abordagens sobre maternidade, e “Resistência”, voltada a questões sociais, identitárias e políticas.

Outras sessões, como “Kalopsia”, exploram narrativas mais experimentais e fora do padrão tradicional, enquanto “Vozes” enfatiza a diversidade de perspectivas e personagens. Essa organização permite ao público acessar não apenas diferentes estilos, mas também múltiplas camadas de interpretação e debate.

Evento estimula o networking

Além das exibições, a MUCA se configura como um espaço estratégico para a formação e o networking. A presença de trabalhos de conclusão de curso (TCCs) e produções independentes cria oportunidades de contato entre estudantes e futuros profissionais do mercado audiovisual.

O evento incentiva a troca de experiências, o surgimento de parcerias e o fortalecimento de redes criativas, fundamentais para a inserção no setor. Nesse contexto, a mostra vai além da exibição e se torna um ambiente de construção coletiva.

Acesso ao público externo

Outro ponto central é o caráter acessível do evento. A MUCA é aberta ao público: pessoas de fora da universidade podem participar das sessões, conhecerem as produções.

De acordo com Juliana, “o cinema universitário, no Brasil e fora dele, se diferencia pela invenção e pela experimentação, revelando formas de criação que fogem do padrão comercial. “Em mostras e festivais, esses filmes — muitas vezes vistos uma única vez — ampliam o repertório e podem permanecer na memória, abrindo uma janela que conecta a universidade ao mundo”, conta.

Para ter acesso aos ingressos, é necessário acessar o Sympla.
Clique aqui para conferir a programação completa, com cronogramas, horários das exibições e locais

Instagram: @Mostrauniversitaria

Texto de Karina Rodrigues (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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