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AMO AERODESIGN: equipe universitária dos cursos de Engenharia aposta na prática para formação profissional

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Da sala de aula à pista de decolagem, estudantes da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) levam o conhecimento além do ambiente acadêmico por meio da Aeroduca, equipe de aerodesign que tem se consolidado como um espaço de aprendizado prático. Criado em 2013 e retomado em 2024, o projeto surgiu com o objetivo de aproximar os graduandos dos desafios reais da Engenharia.

Segundo o orientador do projeto, professor Estêvão Xavier Volpini, esse espaço é um reforço para que o estudante atue como protagonista da própria formação. “Hoje, temos projetos mais maduros, mais eficientes e com um nível técnico significativamente mais elevado.Mas o avanço não foi apenas técnico. A equipe passou a se organizar de forma mais profissional, com processos bem definidos, divisão clara de responsabilidades e uma cultura forte de colaboração”, conta destacando que a equipe está em constante evolução desde o retorno às atividades.

Competição e conquistas 
A SAE Brasil é responsável por promover a Competição SAE Brasil AeroDesign, que reúne equipes universitárias de todo o país em desafios práticos de engenharia. Na competição, os estudantes devem projetar e construir aeronaves radiocontroladas a partir de requisitos técnicos específicos. A avaliação considera, principalmente, a eficiência estrutural, relação entre o peso da aeronave e a carga que ela consegue transportar, além do desempenho em provas de voo, como decolagem e pouso em pista sob condições reais.

Foi nesse cenário que a Aeroduca marcou seu retorno em 2024: após anos afastada da competição, conquistou o 4º lugar geral no Torneio de Acesso (TA). A equipe também destacou-se ao alcançar a segunda maior carga paga e o maior MTOW (peso máximo de decolagem) da edição.

Estrutura e organização da equipe
A equipe é formada, principalmente, por alunos das Engenharias, mas também reúne estudantes dos cursos de Administração e Gestão, Design e Marketing, que integram o projeto em cada área.

O desenvolvimento das aeronaves é dividido em áreas específicas que atuam de forma integrada:

  • A área de Aerodinâmica, Estabilidade e Desempenho é responsável pelas definições de como a aeronave voa, como ela se comporta no ar e quanto consegue carregar.
  • Já a área de Estrutura, Cargas e Aeroelasticidade atua na segurança e resistência da aeronave, enquanto Eletrônica e Safety Assessment cuida do controle, monitoramento e análise de riscos durante as operações.
  • Além disso, a Aeroduca também conta com áreas de logística, marketing, finanças e desenvolvimento de cultura.

Pensando no futuro, a Aeroduca já tem objetivos bem definidos. Segundo Estevão, o foco agora é aumentar a quantidade de voos válidos durante a competição, com investimentos em confiabilidade, testes e processos de pré-voo. A consistência, segundo ele, será o diferencial para que a equipe avance com mais segurança e competitividade no cenário internacional.

Saiba mais e acompanhe o dia a dia dos estudantes da equipe em @aeroduca e @engenharias_uam no Instagram.

Texto de Grazielli Farias (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos:  Estêvão Xavier Volpini

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AMO CREATOR: aula prática na Community Creators Academy, parceira da Anhembi, conecta alunos com criatividade, comunicação e mercado

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Aula prática na Community Creators Academy

“No meu curso de Relações Públicas na Universidade Anhembi Morumbi (AMO), tive a oportunidade de visitar a Community Creators Academy, uma das maiores escolas voltadas para criação de conteúdo e inovação digital, localizada na Vila Leopoldina, em São Paulo, junto com o meu grupo da faculdade. A visita fez parte do desenvolvimento do nosso projeto da A3, que consiste na criação de uma campanha de branded content para uma marca (nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi), abordando temas estratégicos e relevantes para o público digital por meio de diferentes plataformas de comunicação, como Instagram, Spotify, TikTok e YouTube.

Nossa experiência começou com um tour guiado por Tiago Gregorie, Learning Manager da Community, responsável por nos receber e apresentar toda a estrutura da escola. Durante a visita, conhecemos os espaços criativos, os estúdios e os diferentes ambientes pensados para produção de conteúdo, além de entendermos mais sobre a proposta da Community e a forma como ela conecta criatividade, comunicação e mercado.

Um dos pontos mais interessante que eu observei foi a dimensão da estrutura. A escola conta com mais de 14 mil metros quadrados e mais de 200 cenários disponíveis para gravações de conteúdos como reels, TikToks, lives, podcasts, entrevistas e diversos outros formatos utilizados atualmente no mercado digital.

Entre os ambientes que conhecemos durante a visita, alguns espaços chamaram ainda mais a minha atenção pela estrutura e pela proposta inovadora. Um deles foi a sala do iFood, pensada de forma totalmente criativa e moderna, refletindo a identidade da marca e sua forte conexão com o universo digital.

Outro espaço que me impressionou bastante foi a área com vários mini estúdios voltados para gravações de lives no TikTok, um modelo muito comum na China e que vem crescendo cada vez mais no mercado de criação de conteúdo. Ver esse formato de perto mostrou como a produção digital está evoluindo e se tornando cada vez mais profissionalizada. Além disso, a Community também conta com um plenário com capacidade para cerca de 1.500 pessoas sentadas, utilizado para palestras, eventos e grandes encontros, reforçando ainda mais a grandiosidade da estrutura da escola.

Além da infraestrutura, a recepção e a troca de experiências durante o tour tornaram a visita ainda mais enriquecedora. Foi interessante conhecer de perto um ambiente totalmente voltado para criatividade, inovação e produção de conteúdo, principalmente por estarmos desenvolvendo um projeto acadêmico que conversa diretamente com esse universo.

Após o tour, fomos liberados para gravar os conteúdos dos nossos projetos. Esse momento foi essencial para conseguirmos colocar em prática as ideias da nossa campanha, explorando diferentes cenários e formatos dentro da própria Community. A experiência também nos permitiu exercitar criatividade, planejamento e trabalho em equipe em um ambiente profissional e inspirador.

Mais do que uma visita técnica, a experiência na Community mostrou na prática como o futuro da comunicação já está acontecendo. Estar em um espaço onde criatividade, tecnologia e produção de conteúdo se conectam de forma tão dinâmica ampliou ainda mais nossa visão sobre o mercado e sobre as possibilidades da comunicação digital. A visita deixou não apenas aprendizados acadêmicos, mas também inspiração para os projetos e desafios que iremos enfrentar ao longo da nossa trajetória profissional.

Por fim, deixo um agradecimento especial à professora Eliane Basso, que nos proporcionou essa oportunidade e tornou possível vivermos uma experiência tão enriquecedora e inspiradora para nossa formação acadêmica e profissional.”

Vídeo produzido a partir da experiência na Community Creators Academy – confira:

@cosmetologia_sustentavel

Um dia na maior escola de influenciadores de SP e a galeria já saiu lotada de conteúdo🎥 A Agência MAG vivenciou uma experiência única na Community: mais de 14 mil m² e +200 cenários criados especialmente para creators gravarem reels, TikToks, podcasts, lives, entrevistas e muito mais🚀 Criatividade, networking, bastidores e muita inspiração em um só lugar. #Community #AgenciaMAG #Creators #foryou #fypシ゚

♬ vlog, chill out, calm daily life(1370843) – SUNNY HOOD STUDIO

Texto de Maria Luiza Fernandes, estudante de Relações Públicas 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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AMO INOVAÇÃO: Parceria HSM-ANHEMBI leva estudante de Jornalismo ao maior festival de tecnologia e empreendedorismo em São Paulo

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São Paulo Innovation Week com aluno de Jornalismo em parceria com HSM

“A São Paulo Innovation Week (SPIW) 2026, conferência global de tecnologia, inovação e empreendedorismo, movimentou a capital paulista nos dias 13, 14 e 15 de maio de 2026.

Foram cerca de 2.000 palestrantes, 30 conferências e 15 trilhas temáticas, como estudos de inteligência artificial, o valor da mobilidade, economia digital e ecossistema global.

O que tornou tudo ainda mais interessante foi o local onde foi promovida a instalação da SPIW: a Arena Mercado Livre, com espaços amplos, estandes interativos e áreas abertas com ações ao redor das pistas de corrida, da piscina e dos ginásios esportivos, transformou o Pacaembu em um ecossistema de experiências, serviços, cultura e convivência na cidade.

Cerca de 30 mil visitantes por dia, entre estudantes, executivos e cientistas de dados, puderam conferir os estandes e as ações interativas, que geraram grandes filas, especialmente nos espaços dos grandes veículos de comunicação. A Rede Record e o Estadão, que promove o evento com apoiadores, patrocinadores e parceiros, contaram com grande destaque no evento.

A importância de conferências como esta é aproximar o público, por meio da visão de especialistas que buscam apresentar o conhecimento tecnológico de maneira aprofundada, com vivências imersivas e sensoriais.

O mais interessante são os jovens em construção de carreira buscando conhecimento e se aprofundando em temas que ainda não foram discutidos em salas de aula e até mesmo em grandes empresas.

Um dos painéis no quais mais me chamou atenção foi sobre arquitetura financeira com Evandro Caciano (Logcomex), Regina Pedroso (ABToken), Sérgio Constantini i (AB Fintechs) e Renata Mancini (ABcripto). No debate, amplificaram a visão das fintechs, discutiram suas visões sobre instituições associativas que estão se desenvolvendo no setor e o poder no segmento para treinamento e monitoramento das operações dentro dessas instituições para que elas estejam ainda mais preparadas e regulares para atuarem no mercado. Necessidade sobre adequação regulatória, compliance e como elas são autorizadas pelo Banco Central para atuação no mercado também foram foco do debate. Uma dica super importante: Renata apontou que é de extrema importância identificar o selo de conformidade PLD/FTP (sigla para Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e à Proliferação de Armas de Destruição em Massa) para o mercado, fortalecendo a parceria entre as associações e criando todo um ecossistema mais seguro.

Se a ascensão da tecnologia seguir de acordo com os dias atuais, esses jovens que buscam aprendizado e experiências tendem a se tornar grandes cientistas tecnológicos e executivos do mercado de inovação.”

Texto e imagens de Rafael Freitas (Jornalismo), LAB JORNALISMO HSM-ANHEMBI com AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi.

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AMO JORNALISMO: caloura fala da experiência de conhecer a primeira escola de negócios para conteúdo do mundo, parceira da Anhembi

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Community Creators Academy: aula prática

“A visita à Community Creators Academy foi uma experiência muito enriquecedora para mim, porque pude conhecer mais de perto como funciona o mercado de criação de conteúdo digital e entender a importância de produzir conteúdos estratégicos e criativos.

Durante a visita – realizada nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi, aprendemos mais sobre posicionamento nas redes sociais, processos criativos e comunicação digital, além de ter contato com diferentes perspectivas sobre o mercado. Foi um momento importante para ampliar nossos conhecimentos e enxergar novas possibilidades dentro da área da comunicação.

A experiência também trouxe muitos insights e inspirações para futuros projetos, além de reforçar a importância da criatividade, da inovação e da conexão com o público na produção de conteúdo.”

Relato de Melissa Perrut, estudante de jornalismo 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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