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AMO CINEMA: tem alunos da Anhembi em festival em Hollywood

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Curta Ataduras de alunos premiado

Estudantes da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganharam reconhecimento internacional com o curta-metragem Ataduras. Desenvolvido pela produtora Etra Produções, foi premiado no Hollywood Blood Horror Fest, festival de audiovisual voltado ao gênero de terror.

Dirigido e escrito por JP Corrêa, com produção e direção fotográfica de Linna Nascimento, o projeto impressionou tanto o público quanto os avaliadores. Foi também uma releitura moderna de “Frankenstein”. O curta apresenta uma narrativa de horror sáfico que gira em torno das personagens Eva, interpretada por Clara Raddatz, e Ágata Shirley, interpretada por Verenna Cortegoso.

A produtora do curta Linna Nascimento destacou a surpresa com o reconhecimento internacional. “Quando aconteceu a premiação, todo mundo ficou sem acreditar. Até mesmo eu, que fiquei responsável pela distribuição em festivais, fiquei muito surpresa. Foi uma validação de que estamos realmente no caminho certo”, afirma.

Combinando romance e horror, o diretor do curta, JP Corrêa, ressalta que em ‘Ataduras’ as personagens encontram beleza. “A Ágata abraça Eva com muito amor e carinho em uma sociedade que as despreza, que as menospreza”, conta em entrevista para a equipe de marketing da AMO. Segundo ele, o curta é notável por olhar as coisas em um universo repleto de sangue e mutilações.

A produção, que teve a orientação da professora Juliana Monteiro na Unidade Curricular Direção Cinematográfica, está sendo encaminhada para outros festivais, com boas expectativas. “O curta foi selecionado para a MUCA (Mostra Universitária de Cinema e Audiovisual 2026 da AMO), onde terá sua estreia nacional na mostra, e recentemente se tornou semifinalista no IndieX Film Festival, na categoria Best LGBT Short Film”, comemora Linna.

Hollywood Blood Horror Fest
O festival reconhece projetos independentes de gêneros como terror, gore, ficção científica, fantasia, mistério, comédia negra, suspense, crime, ação, aventura, comédia, animação e documentários, com destaque para produções de baixo ou nenhum orçamento, além de trabalhos estudantis.

Os filmes inscritos passam pela avaliação de colaboradores, responsáveis por assistir, revisar e analisar cada projeto. Eventualmente, as produções mais bem avaliadas ganham destaque nas redes sociais do Hollywood Blood Horror Fest.

A participação da AMO como instituição universitária no curta-metragem reforça a importância do ambiente acadêmico como espaço de criação, e incentivo ao talento. A presença da universidade reforça o potencial criativo dos estudantes e o vigor do audiovisual brasileiro.

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Ataduras
Direção e Roteiro: JP Correa
Direção de Fotografia e Elenco: Linna Nascimento
Direção de Arte: Júlia Carlini

Elenco:
Eva: Clara Raddatz
Ágata: @ver3nna
Investigador: Carlos Guilherme Silva
Vitor: JP Corrêa

Apoio: NayMovie Equipamentos | Estúdios e ICare Saúde

Equipe:
Brenda Silva, Bruno Gonçalves, Nicole Durães, Ian Menoita, Renato Souza, Júlia Carlini, Linna Nascimento, JP Corrêa, Ricardo G. Mendes, Gustavo Portugal.

Texto de Samara Santos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Prof.ᵃ Fernanda Iarossi. Fotos: @etra_cda

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AMO CREATOR: aula prática na Community Creators Academy, parceira da Anhembi, conecta alunos com criatividade, comunicação e mercado

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Aula prática na Community Creators Academy

“No meu curso de Relações Públicas na Universidade Anhembi Morumbi (AMO), tive a oportunidade de visitar a Community Creators Academy, uma das maiores escolas voltadas para criação de conteúdo e inovação digital, localizada na Vila Leopoldina, em São Paulo, junto com o meu grupo da faculdade. A visita fez parte do desenvolvimento do nosso projeto da A3, que consiste na criação de uma campanha de branded content para uma marca (nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi), abordando temas estratégicos e relevantes para o público digital por meio de diferentes plataformas de comunicação, como Instagram, Spotify, TikTok e YouTube.

Nossa experiência começou com um tour guiado por Tiago Gregorie, Learning Manager da Community, responsável por nos receber e apresentar toda a estrutura da escola. Durante a visita, conhecemos os espaços criativos, os estúdios e os diferentes ambientes pensados para produção de conteúdo, além de entendermos mais sobre a proposta da Community e a forma como ela conecta criatividade, comunicação e mercado.

Um dos pontos mais interessante que eu observei foi a dimensão da estrutura. A escola conta com mais de 14 mil metros quadrados e mais de 200 cenários disponíveis para gravações de conteúdos como reels, TikToks, lives, podcasts, entrevistas e diversos outros formatos utilizados atualmente no mercado digital.

Entre os ambientes que conhecemos durante a visita, alguns espaços chamaram ainda mais a minha atenção pela estrutura e pela proposta inovadora. Um deles foi a sala do iFood, pensada de forma totalmente criativa e moderna, refletindo a identidade da marca e sua forte conexão com o universo digital.

Outro espaço que me impressionou bastante foi a área com vários mini estúdios voltados para gravações de lives no TikTok, um modelo muito comum na China e que vem crescendo cada vez mais no mercado de criação de conteúdo. Ver esse formato de perto mostrou como a produção digital está evoluindo e se tornando cada vez mais profissionalizada. Além disso, a Community também conta com um plenário com capacidade para cerca de 1.500 pessoas sentadas, utilizado para palestras, eventos e grandes encontros, reforçando ainda mais a grandiosidade da estrutura da escola.

Além da infraestrutura, a recepção e a troca de experiências durante o tour tornaram a visita ainda mais enriquecedora. Foi interessante conhecer de perto um ambiente totalmente voltado para criatividade, inovação e produção de conteúdo, principalmente por estarmos desenvolvendo um projeto acadêmico que conversa diretamente com esse universo.

Após o tour, fomos liberados para gravar os conteúdos dos nossos projetos. Esse momento foi essencial para conseguirmos colocar em prática as ideias da nossa campanha, explorando diferentes cenários e formatos dentro da própria Community. A experiência também nos permitiu exercitar criatividade, planejamento e trabalho em equipe em um ambiente profissional e inspirador.

Mais do que uma visita técnica, a experiência na Community mostrou na prática como o futuro da comunicação já está acontecendo. Estar em um espaço onde criatividade, tecnologia e produção de conteúdo se conectam de forma tão dinâmica ampliou ainda mais nossa visão sobre o mercado e sobre as possibilidades da comunicação digital. A visita deixou não apenas aprendizados acadêmicos, mas também inspiração para os projetos e desafios que iremos enfrentar ao longo da nossa trajetória profissional.

Por fim, deixo um agradecimento especial à professora Eliane Basso, que nos proporcionou essa oportunidade e tornou possível vivermos uma experiência tão enriquecedora e inspiradora para nossa formação acadêmica e profissional.”

Vídeo produzido a partir da experiência na Community Creators Academy – confira:

@cosmetologia_sustentavel

Um dia na maior escola de influenciadores de SP e a galeria já saiu lotada de conteúdo🎥 A Agência MAG vivenciou uma experiência única na Community: mais de 14 mil m² e +200 cenários criados especialmente para creators gravarem reels, TikToks, podcasts, lives, entrevistas e muito mais🚀 Criatividade, networking, bastidores e muita inspiração em um só lugar. #Community #AgenciaMAG #Creators #foryou #fypシ゚

♬ vlog, chill out, calm daily life(1370843) – SUNNY HOOD STUDIO

Texto de Maria Luiza Fernandes, estudante de Relações Públicas 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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AMO INOVAÇÃO: Parceria HSM-ANHEMBI leva estudante de Jornalismo ao maior festival de tecnologia e empreendedorismo em São Paulo

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São Paulo Innovation Week com aluno de Jornalismo em parceria com HSM

“A São Paulo Innovation Week (SPIW) 2026, conferência global de tecnologia, inovação e empreendedorismo, movimentou a capital paulista nos dias 13, 14 e 15 de maio de 2026.

Foram cerca de 2.000 palestrantes, 30 conferências e 15 trilhas temáticas, como estudos de inteligência artificial, o valor da mobilidade, economia digital e ecossistema global.

O que tornou tudo ainda mais interessante foi o local onde foi promovida a instalação da SPIW: a Arena Mercado Livre, com espaços amplos, estandes interativos e áreas abertas com ações ao redor das pistas de corrida, da piscina e dos ginásios esportivos, transformou o Pacaembu em um ecossistema de experiências, serviços, cultura e convivência na cidade.

Cerca de 30 mil visitantes por dia, entre estudantes, executivos e cientistas de dados, puderam conferir os estandes e as ações interativas, que geraram grandes filas, especialmente nos espaços dos grandes veículos de comunicação. A Rede Record e o Estadão, que promove o evento com apoiadores, patrocinadores e parceiros, contaram com grande destaque no evento.

A importância de conferências como esta é aproximar o público, por meio da visão de especialistas que buscam apresentar o conhecimento tecnológico de maneira aprofundada, com vivências imersivas e sensoriais.

O mais interessante são os jovens em construção de carreira buscando conhecimento e se aprofundando em temas que ainda não foram discutidos em salas de aula e até mesmo em grandes empresas.

Um dos painéis no quais mais me chamou atenção foi sobre arquitetura financeira com Evandro Caciano (Logcomex), Regina Pedroso (ABToken), Sérgio Constantini i (AB Fintechs) e Renata Mancini (ABcripto). No debate, amplificaram a visão das fintechs, discutiram suas visões sobre instituições associativas que estão se desenvolvendo no setor e o poder no segmento para treinamento e monitoramento das operações dentro dessas instituições para que elas estejam ainda mais preparadas e regulares para atuarem no mercado. Necessidade sobre adequação regulatória, compliance e como elas são autorizadas pelo Banco Central para atuação no mercado também foram foco do debate. Uma dica super importante: Renata apontou que é de extrema importância identificar o selo de conformidade PLD/FTP (sigla para Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e à Proliferação de Armas de Destruição em Massa) para o mercado, fortalecendo a parceria entre as associações e criando todo um ecossistema mais seguro.

Se a ascensão da tecnologia seguir de acordo com os dias atuais, esses jovens que buscam aprendizado e experiências tendem a se tornar grandes cientistas tecnológicos e executivos do mercado de inovação.”

Texto e imagens de Rafael Freitas (Jornalismo), LAB JORNALISMO HSM-ANHEMBI com AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi.

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AMO JORNALISMO: caloura fala da experiência de conhecer a primeira escola de negócios para conteúdo do mundo, parceira da Anhembi

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Community Creators Academy: aula prática

“A visita à Community Creators Academy foi uma experiência muito enriquecedora para mim, porque pude conhecer mais de perto como funciona o mercado de criação de conteúdo digital e entender a importância de produzir conteúdos estratégicos e criativos.

Durante a visita – realizada nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi, aprendemos mais sobre posicionamento nas redes sociais, processos criativos e comunicação digital, além de ter contato com diferentes perspectivas sobre o mercado. Foi um momento importante para ampliar nossos conhecimentos e enxergar novas possibilidades dentro da área da comunicação.

A experiência também trouxe muitos insights e inspirações para futuros projetos, além de reforçar a importância da criatividade, da inovação e da conexão com o público na produção de conteúdo.”

Relato de Melissa Perrut, estudante de jornalismo 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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