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AMO VISAGISMO: 4º Seminário Internacional reúne estudantes, profissionais e pesquisadores na Anhembi Morumbi

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Em 2026, o seminário trouxe o tema “Beleza, Imagem, Cultura e Território”, destacando o caráter interdisciplinar da área. “Queremos mostrar que não se trata apenas de técnicas padronizadas. Existe diálogo com cultura, território e ciência”, explica Fábio Ritter, professor da AMO e criador do Seminário Internacional de Visagismo (SINVISA). Um dos destaques foi a exposição inédita “1937 O Nascimento do Visagismo”, com documentos históricos sobre Fernand Aubry, resultado de sua pesquisa de doutorado.

Realizado na Universidade Anhembi Morumbi, campus Mooca, em São Paulo, o SINVISA chegou a sua 4ª edição nos dias 6 e 7 de abril de 2026 e reforçou seu papel como referência acadêmica no Brasil: discutir a construção da imagem a partir de uma perspectiva que integra ciência, cultura, identidade e comunicação.

Criado em 2023 pelo professor Ritter, o evento surge da ausência de um espaço dedicado exclusivamente ao tema no país. “Não existia no Brasil um evento específico para visagistas, havia feiras de beleza e congressos de estética, mas nenhum voltado a esse campo como área de conhecimento”, afirma. A proposta, desde então, consiste em promover networking, atualização e produção acadêmica.

Diferente de outros eventos da área da beleza, o SINVISA posiciona-se como espaço acadêmico. “Não há foco na venda de produtos ou em tendências sazonais. O objetivo está na construção de conhecimento”, ressalta Ritter. As palestras apresentadas dão origem a textos que compõem os Anais do evento, fortalecendo a produção científica.

A programação percorreu diferentes frentes, como diversidade étnica, gestão da imagem pessoal, moda como identidade, maquiagem cênica, design de óculos, coloração baseada na flora brasileira e uso de inteligência artificial no marketing. “Trata-se de um encontro que cruza beleza, ciência, cultura e empreendedorismo”, pontua o professor.

Para Ritter, discutir o tema atualmente torna-se essencial diante da popularização nas redes sociais. “O assunto volta à evidência, mas acompanhado de desinformação. Muitos conteúdos reduzem tudo a formatos de rosto e regras fixas, quando na verdade envolve áreas como neurociência, antropologia e comunicação”, explica.

O impacto do evento se amplia na formação profissional. Segundo o organizador, o seminário funciona como ponte entre mercado e academia. Profissionais acessam atualização de alto nível, estudantes percebem a profundidade do campo e pesquisadores encontram espaço para troca e publicação.

Desde a primeira edição, realizada de forma on-line, o crescimento se torna evidente. Hoje, o evento acontece em formato híbrido e com maior estrutura. “O que começou como um encontro breve se transforma em dois dias de programação, com produção acadêmica e curadoria expositiva. Isso revela uma demanda concreta”, conta Ritter.

Para os próximos anos, a proposta envolve expansão nacional e fortalecimento internacional. Segundo a organização, a ideia é levar o evento para outras regiões e ampliar o diálogo com diferentes países. Trata-se de uma linguagem universal.

Texto de Juana Escobar (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Professor Fabio Ritter.

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AMO CREATOR: aula prática na Community Creators Academy, parceira da Anhembi, conecta alunos com criatividade, comunicação e mercado

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Aula prática na Community Creators Academy

“No meu curso de Relações Públicas na Universidade Anhembi Morumbi (AMO), tive a oportunidade de visitar a Community Creators Academy, uma das maiores escolas voltadas para criação de conteúdo e inovação digital, localizada na Vila Leopoldina, em São Paulo, junto com o meu grupo da faculdade. A visita fez parte do desenvolvimento do nosso projeto da A3, que consiste na criação de uma campanha de branded content para uma marca (nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi), abordando temas estratégicos e relevantes para o público digital por meio de diferentes plataformas de comunicação, como Instagram, Spotify, TikTok e YouTube.

Nossa experiência começou com um tour guiado por Tiago Gregorie, Learning Manager da Community, responsável por nos receber e apresentar toda a estrutura da escola. Durante a visita, conhecemos os espaços criativos, os estúdios e os diferentes ambientes pensados para produção de conteúdo, além de entendermos mais sobre a proposta da Community e a forma como ela conecta criatividade, comunicação e mercado.

Um dos pontos mais interessante que eu observei foi a dimensão da estrutura. A escola conta com mais de 14 mil metros quadrados e mais de 200 cenários disponíveis para gravações de conteúdos como reels, TikToks, lives, podcasts, entrevistas e diversos outros formatos utilizados atualmente no mercado digital.

Entre os ambientes que conhecemos durante a visita, alguns espaços chamaram ainda mais a minha atenção pela estrutura e pela proposta inovadora. Um deles foi a sala do iFood, pensada de forma totalmente criativa e moderna, refletindo a identidade da marca e sua forte conexão com o universo digital.

Outro espaço que me impressionou bastante foi a área com vários mini estúdios voltados para gravações de lives no TikTok, um modelo muito comum na China e que vem crescendo cada vez mais no mercado de criação de conteúdo. Ver esse formato de perto mostrou como a produção digital está evoluindo e se tornando cada vez mais profissionalizada. Além disso, a Community também conta com um plenário com capacidade para cerca de 1.500 pessoas sentadas, utilizado para palestras, eventos e grandes encontros, reforçando ainda mais a grandiosidade da estrutura da escola.

Além da infraestrutura, a recepção e a troca de experiências durante o tour tornaram a visita ainda mais enriquecedora. Foi interessante conhecer de perto um ambiente totalmente voltado para criatividade, inovação e produção de conteúdo, principalmente por estarmos desenvolvendo um projeto acadêmico que conversa diretamente com esse universo.

Após o tour, fomos liberados para gravar os conteúdos dos nossos projetos. Esse momento foi essencial para conseguirmos colocar em prática as ideias da nossa campanha, explorando diferentes cenários e formatos dentro da própria Community. A experiência também nos permitiu exercitar criatividade, planejamento e trabalho em equipe em um ambiente profissional e inspirador.

Mais do que uma visita técnica, a experiência na Community mostrou na prática como o futuro da comunicação já está acontecendo. Estar em um espaço onde criatividade, tecnologia e produção de conteúdo se conectam de forma tão dinâmica ampliou ainda mais nossa visão sobre o mercado e sobre as possibilidades da comunicação digital. A visita deixou não apenas aprendizados acadêmicos, mas também inspiração para os projetos e desafios que iremos enfrentar ao longo da nossa trajetória profissional.

Por fim, deixo um agradecimento especial à professora Eliane Basso, que nos proporcionou essa oportunidade e tornou possível vivermos uma experiência tão enriquecedora e inspiradora para nossa formação acadêmica e profissional.”

Vídeo produzido a partir da experiência na Community Creators Academy – confira:

@cosmetologia_sustentavel

Um dia na maior escola de influenciadores de SP e a galeria já saiu lotada de conteúdo🎥 A Agência MAG vivenciou uma experiência única na Community: mais de 14 mil m² e +200 cenários criados especialmente para creators gravarem reels, TikToks, podcasts, lives, entrevistas e muito mais🚀 Criatividade, networking, bastidores e muita inspiração em um só lugar. #Community #AgenciaMAG #Creators #foryou #fypシ゚

♬ vlog, chill out, calm daily life(1370843) – SUNNY HOOD STUDIO

Texto de Maria Luiza Fernandes, estudante de Relações Públicas 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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AMO INOVAÇÃO: Parceria HSM-ANHEMBI leva estudante de Jornalismo ao maior festival de tecnologia e empreendedorismo em São Paulo

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São Paulo Innovation Week com aluno de Jornalismo em parceria com HSM

“A São Paulo Innovation Week (SPIW) 2026, conferência global de tecnologia, inovação e empreendedorismo, movimentou a capital paulista nos dias 13, 14 e 15 de maio de 2026.

Foram cerca de 2.000 palestrantes, 30 conferências e 15 trilhas temáticas, como estudos de inteligência artificial, o valor da mobilidade, economia digital e ecossistema global.

O que tornou tudo ainda mais interessante foi o local onde foi promovida a instalação da SPIW: a Arena Mercado Livre, com espaços amplos, estandes interativos e áreas abertas com ações ao redor das pistas de corrida, da piscina e dos ginásios esportivos, transformou o Pacaembu em um ecossistema de experiências, serviços, cultura e convivência na cidade.

Cerca de 30 mil visitantes por dia, entre estudantes, executivos e cientistas de dados, puderam conferir os estandes e as ações interativas, que geraram grandes filas, especialmente nos espaços dos grandes veículos de comunicação. A Rede Record e o Estadão, que promove o evento com apoiadores, patrocinadores e parceiros, contaram com grande destaque no evento.

A importância de conferências como esta é aproximar o público, por meio da visão de especialistas que buscam apresentar o conhecimento tecnológico de maneira aprofundada, com vivências imersivas e sensoriais.

O mais interessante são os jovens em construção de carreira buscando conhecimento e se aprofundando em temas que ainda não foram discutidos em salas de aula e até mesmo em grandes empresas.

Um dos painéis no quais mais me chamou atenção foi sobre arquitetura financeira com Evandro Caciano (Logcomex), Regina Pedroso (ABToken), Sérgio Constantini i (AB Fintechs) e Renata Mancini (ABcripto). No debate, amplificaram a visão das fintechs, discutiram suas visões sobre instituições associativas que estão se desenvolvendo no setor e o poder no segmento para treinamento e monitoramento das operações dentro dessas instituições para que elas estejam ainda mais preparadas e regulares para atuarem no mercado. Necessidade sobre adequação regulatória, compliance e como elas são autorizadas pelo Banco Central para atuação no mercado também foram foco do debate. Uma dica super importante: Renata apontou que é de extrema importância identificar o selo de conformidade PLD/FTP (sigla para Prevenção à Lavagem de Dinheiro, ao Financiamento do Terrorismo e à Proliferação de Armas de Destruição em Massa) para o mercado, fortalecendo a parceria entre as associações e criando todo um ecossistema mais seguro.

Se a ascensão da tecnologia seguir de acordo com os dias atuais, esses jovens que buscam aprendizado e experiências tendem a se tornar grandes cientistas tecnológicos e executivos do mercado de inovação.”

Texto e imagens de Rafael Freitas (Jornalismo), LAB JORNALISMO HSM-ANHEMBI com AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão de profa. Fernanda Iarossi.

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AMO JORNALISMO: caloura fala da experiência de conhecer a primeira escola de negócios para conteúdo do mundo, parceira da Anhembi

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Community Creators Academy: aula prática

“A visita à Community Creators Academy foi uma experiência muito enriquecedora para mim, porque pude conhecer mais de perto como funciona o mercado de criação de conteúdo digital e entender a importância de produzir conteúdos estratégicos e criativos.

Durante a visita – realizada nas aulas práticas da Unidade Curricular Influência e Produção de Conteúdo, com orientação das professoras Eliane Basso e Fernanda Iarossi, aprendemos mais sobre posicionamento nas redes sociais, processos criativos e comunicação digital, além de ter contato com diferentes perspectivas sobre o mercado. Foi um momento importante para ampliar nossos conhecimentos e enxergar novas possibilidades dentro da área da comunicação.

A experiência também trouxe muitos insights e inspirações para futuros projetos, além de reforçar a importância da criatividade, da inovação e da conexão com o público na produção de conteúdo.”

Relato de Melissa Perrut, estudante de jornalismo 1°semestre 2026 – colaboração para AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.

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