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AMO HSM-ANHEMBI: O que levei do Mind Summit 2026 – parte 2
Especial Laboratório de Jornalismo HSM-Anhembi
Participar do Mind Summit 2026 foi mais do que acompanhar palestras sobre trabalho, liderança e bem-estar. Entre os dias 16 e 17 de setembro de 2026, tive a oportunidade de observar tudo por um ângulo diferente. Pela primeira vez, estava em um espaço voltado principalmente para lideranças e profissionais que tomam decisões dentro das empresas.
E isso me fez refletir muito.
Enquanto acompanhava as palestras, comecei a observar não apenas o que estava sendo dito, mas também como as empresas e seus líderes lidam com as pessoas que fazem parte delas. Como uma liderança enxerga a saúde e o bem-estar dos funcionários? O que acontece quando alguém não se sente pertencente à empresa? E até que ponto o ambiente pode influenciar a forma como uma pessoa trabalha, se desenvolve e até como ela enxerga a própria carreira?
O Mind Summit foi um evento rico em conteúdo, conexões e aprendizado, mas também foi um espaço que me deixou com algumas perguntas.
Afinal, a inteligência artificial veio para ocupar o nosso lugar?
Essa foi uma questão que já me fazia refletir, mas posso dizer que, durante o evento, essa reflexão ficou um tanto mais profunda.
As discussões de Jan-Emmanuel De Neve, professor da University of Oxford, referência em economia do bem-estar, e Michele Schneider, especialista em futuro do trabalho e inteligência artificial, autora de O Profissional do Futuro; também é professora da Singularity University e tem experiência profissional em empresas como Google, LinkedIn e TikTok, trouxeram diferentes perspectivas sobre a transformação do trabalho pela inteligência artificial. Uma das ideias que mais me chamou atenção foi a possibilidade de enxergar a IA não apenas como uma ameaça, mas como uma ferramenta que pode trabalhar junto com as pessoas e ampliar as nossas capacidades.
E aqui está o “pulo do gato”: trabalhar em conjunto com a IA não significa ficar parado esperando as mudanças acontecerem.
A tecnologia está avançando e nós precisamos avançar também. Precisamos aprender, nos capacitar, inovar e entender como utilizar essas ferramentas a nosso favor. Talvez a pergunta não seja apenas “ A IA vai roubar o meu emprego?”, mas também “O que eu estou fazendo para acompanhar essa transformação?”
Essa reflexão me fez perceber que o futuro do trabalho depende, também, da nossa capacidade de aprender continuamente e de nos adaptar.
Trabalhar sem deixar a nossa essência desaparecer
Outro ponto que ficou muito presente para mim durante o evento foi a importância de se identificar com aquilo que fazemos e com os valores da empresa em que trabalhamos. Passamos boa parte da nossa vida trabalhando. Por isso, será que precisamos vestir um personagem para conseguir pertencer a uma organização?
Para mim, não deveria ser assim.
Isso não significa encontrar um trabalho perfeito ou viver uma fantasia em que tudo será fácil. Significa encontrar algum propósito no que fazemos e perceber que nosso trabalho pode ter um impacto positivo, seja dentro da própria empresa, seja na sociedade.
Mais do que simplesmente ocupar uma função, existe valor em poder dizer: “Eu gosto do que faço, acredito no que estou fazendo e consigo enxergar sentido nisso.”
E será que as empresas realmente estão ouvindo?
Talvez essa seja a pergunta mais difícil que levei para casa.
Depois de ouvir tantas discussões sobre saúde mental, bem-estar, segurança, pertencimento, produtividade e desenvolvimento humano, fiquei pensando: as empresas e suas lideranças realmente levam esses assuntos a sério?
Ou será que, em alguns casos, tudo isso acaba sendo apenas um discurso bonito para cumprir tabela?
Não tenho uma resposta para essa pergunta e, talvez essa seja justamente a parte interessante.
Ao mesmo tempo em que se fala cada vez mais sobre valorizar as pessoas, também vemos o número de demissões justificadas por fit cultural e sobre funções sendo transformadas ou eliminadas pela automação. Então fica outra questão: quando chega a hora de tomar decisões difíceis, a liderança realmente prioriza o potencial humano ou escolhe aquilo que parece mais rápido, automático e eficiente?
Afinal, até onde estamos dispostos a investir nas pessoas?
O que ficou depois dos dois dias de evento
Saí do Mind Summit com muito mais do que anotações.
Saí pensando sobre o tipo de profissional que quero ser, sobre as empresas que quero trabalhar e, principalmente, sobre o tipo de ambiente que eu quero ajudar a construir.
Aprendi que falar sobre o futuro do trabalho não é falar apenas sobre tecnologia. É falar sobre pessoas e como podemos contribuir para o desenvolvimento da sociedade.
É entender que uma empresa pode ter excelentes ferramentas, processos e resultados, mas ainda assim precisa olhar para quem está por trás de tudo isso. Pessoas que precisam se sentir pertencentes, seguras, valorizadas e capazes de crescer.
Talvez esse tenha sido o meu maior aprendizado: o futuro do trabalho pode até ser cada vez mais tecnológico, mas ele continua sendo feito por pessoas.
E, no fim, algumas perguntas continuam comigo, talvez sem respostas definitivas, mas com a certeza de que vale a pena continuar fazendo-as.






A experiência como um todo
Por fim, além de tudo o que aprendi durante o Mind Summit 2026, pude perceber o quanto tem sido importante para mim desenvolver esses trabalhos junto com a HSM. Tem sido gratificante fazer o que gosto, aprender coisas novas e ter espaço para ser criativa e exercer minha autonomia. Mais do que tarefas a serem entregues, essa experiência tem me permitido experimentar, aprender na prática e perceber que estou no caminho da área em que realmente quero estar. Foi muito especial poder aprender enquanto faço aquilo que gosto.
Mais do Laboratório de Jornalismo HSM-Anhembi
Texto de Ellen Couto (Relações Públicas), do Laboratório de Jornalismo HSM-Anhembi e da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO com supervisão da profa. Fernanda Iarossi.
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AMO ENGENHARIAS: Anhembi terá novo Centro de Alta Performance Motorsport, destinado ao automobilismo em parceria com a Fórmula Inter
Aperta os cintos!
A velocidade vai aumentar com os novos espaços para os estudantes e amantes de automobilismo.
Em breve, o campus Mooca da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) ganhará um Centro de Alta Performance Motorsport, espaço destinado ao automobilismo com a parceria da Fórmula Inter e a Universidade, com o conceito de unir engenharia, tecnologia, simulação, preparação física e análise de dados em um único local.
Ele será dirigido pela Fórmula Inter e vai oferecer atividades com simuladores, treinamento físico e psicofísico, análise de dados, engenharia de pista e outros conteúdos relacionados ao automobilismo. A participação dos alunos será por meio de projetos de extensão e pesquisa.
Outra novidade, é que os cursos de pilotagem oferecidos pela Casa do Piloto terão condições especiais e desconto.
Na formação de um piloto, a engenharia é responsável pelo comportamento e preparação do veículo, enquanto a telemetria e a análise de dados ajudam a entender o que acontece em cada volta. A simulação auxilia no treinamento e na repetição de situações. Já a preparação física e psicofísica lida com concentração, reação, resistência e tomada de decisão.
Para a professora Kátia Gonçalves, coordenadora dos cursos de Engenharia, TI e Computação da AMO, o centro será um espaço de aprendizagem prática, aproximando o que os alunos observam em sala de aula da realidade do automobilismo e do mercado.
A partir de experiências como essas, o estudante passa a perceber como uma decisão técnica interfere no desempenho do carro, como os dados ajudam a entender esse comportamento e como diferentes profissionais trabalham juntos para chegar a um resultado. Segundo Kátia, a prática muda a forma como o aluno entende o conteúdo. Os conceitos de mecânica, materiais, dados, eletrônica e dinâmicas são realizados na sala de aula. Enquanto, no automobilismo, ele pode observar como tudo isso se conecta na prática.
“O mais importante é perceber que a engenharia não acontece de forma isolada. No automobilismo, o aluno pode notar como o conhecimento técnico vira decisão, resultado e prática”, destaca Kátia.
Vídeo: Arquivo pessoal Katia Gonçalves
Como ainda não há data oficial de abertura, siga acompanhando o site AMO Notícias e as redes sociais da AGCOM que trarão mais detalhes de acordo com a equipe organizadora e parceira da universidade.
Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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AMO BEM-ESTAR: Karatê-Do, Yoga e Pranayama são pausas saudáveis semanais no campus Vila Olímpia
Às sextas-feiras, estudantes, colaboradores da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) e a comunidade externa podem participar de atividades de karatê-do, yoga e pranayama no Subsolo -1 do Campus Vila Olímpia.
As práticas oferecem diferentes possibilidades de movimento, concentração, respiração e desenvolvimento pessoal, proporcionando uma pausa na rotina acadêmica e profissional.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia. Sensei Roberto Trindade – 6º Dan de Karatê-Do
Karatê-do: disciplina, concentração e desenvolvimento pessoal
Traduzido como “o caminho das mãos vazias”, o karatê-do é uma das artes marciais mais praticadas no mundo. Sua origem remonta à ilha de Okinawa, no Japão.
O treinamento tradicional é dividido em três pilares fundamentais: Kihon, Kata e Kumite.
O Kihon, ou fundamentos, reúne os movimentos básicos da arte marcial, como socos, chutes, defesas e posturas. A repetição constante desses movimentos busca desenvolver precisão, força e coordenação.
Já o Kata consiste em sequências coreografadas que simulam lutas contra adversários imaginários. Cada sequência reúne princípios técnicos e estratégicos, funcionando como uma espécie de “biblioteca de combate”. A prática também trabalha concentração, respiração e controle mental.
O terceiro pilar é o Kumite, a prática de combate. Ele pode ser pré-combinado, com movimentos previamente definidos, ou livre, como no shiai kumite. Nessa etapa, o praticante aprende a aplicar fundamentos e estratégias em situações de combate, sempre com respeito e controle.
Entre os diferentes estilos da modalidade, o Karatê-Do Shotokan é um dos mais praticados no mundo. O estilo foi criado pelo mestre Gichin Funakoshi e desenvolvido também por seu filho, Yoshitaka. O nome “Shotokan” tem origem no pseudônimo “Shoto”, utilizado por Funakoshi para assinar seus poemas, associado a “kan”, que significa casa ou salão.
O Shotokan valoriza o desenvolvimento pessoal, a disciplina e o respeito por meio do conceito de do, que significa “caminho”. O responsável pela atividade, Sensei Roberto Trindade destaca sua experiência na modalidade: é 6º Dan de Karatê-Do.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.
Yoga: conexão entre corpo e mente
O yoga é uma prática milenar originada na Índia que busca integrar corpo, mente e espírito por meio de posturas físicas, técnicas de respiração e meditação.
A prática pode contribuir para o equilíbrio físico e mental, além de auxiliar no autoconhecimento e na qualidade de vida. Por sua característica adaptável, pode ser realizada em diferentes espaços e por pessoas com diferentes níveis de experiência.
Com orientação adequada, sessões periódicas de yoga podem ser incorporadas à rotina como um momento de pausa, atenção e conexão consigo mesmo.

FOTO/REPRODUÇÃO: Divulgação Anhembi Morumbi – DOJO SHIMAHARA – Campus Vila Olímpia.
Pranayama: atenção e consciência por meio da respiração
O pranayama é uma prática yogue relacionada ao controle e à expansão da energia vital por meio de exercícios conscientes de respiração.
A palavra tem origem no sânscrito: prana pode ser traduzido como “energia vital” ou “força de vida”, enquanto yama – ou ayama – está relacionado a “controle” ou “expansão”.
A prática utiliza a respiração de maneira consciente e pode integrar momentos de concentração e atenção durante as atividades.
INFORMAÇÕES GERAIS:
As aulas de Karatê-do, Yoga e Pranayama são realizadas às sextas-feiras, no subsolo do campus Vila Olímpia. YOGA: às 12h30 / PRANAYAMAS: às 13h30 / KARATÊ-DO: às 14h
Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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AMO MODA: Grupo de Arte Terapia promove oficinas de manualidade no Ateliê de Moda
Em meio ao avanço da tecnologia, muitas atividades que antes dependiam do trabalho manual passaram a ser automatizadas ou substituídas por ferramentas digitais. Nesse cenário, práticas como costura, bordado e artesanato ganham espaço como formas de estimular a criatividade, a concentração e o contato com o processo de criação.
É a partir dessa proposta que o Grupo de Arte Terapia, uma iniciativa envolvendo os cursos de Moda da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), promove oficinas de manualidades no Ateliê de Moda do campus Vila Olímpia. A iniciativa oferece um espaço de criação e aprendizado, aproximando a comunidade universitária das práticas artísticas e manuais para alunos, colaboradores e público externo.
O projeto é conduzido pela professora Claudia Martins (Cacau) e as primeiras edições foram com a arte do crochê.
Além do aprendizado de novas habilidades, o contato com atividades manuais pode representar uma pausa em meio à rotina predominantemente digital. No ambiente universitário, as oficinas também possibilitam a interação entre pessoas de diferentes cursos e áreas, estimulando a troca de experiências por meio da arte.
Com a proposta de aproximar as pessoas do fazer manual em meio a uma rotina cada vez mais tecnológica, o Grupo de Arte Terapia reforça a importância da arte como ferramenta de criação, aprendizado e convivência no ambiente universitário.
Grupo de Arte Terapia — Oficinas de Manualidades
Divulgação das oficinas no instagram.com/moda_uam
Local: Ateliê de Moda, Rua Casa do Ator, 294 – Vila Olímpia, São Paulo – SP.
Público: Estudantes, colaboradores e público em geral.
Participação: Gratuita.
Texto de Maria Fernanda Domingos (Jornalismo) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.
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