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AMO TEATRO: Estudantes da Anhembi Morumbi levam releitura de Gil Vicente ao metrô de São Paulo

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O metrô de São Paulo, marcado pelo movimento constante de passageiros, embarques e desembarques, tornou-se cenário de uma releitura de Auto da Barca do Inferno, do dramaturgo português Gil Vicente. O projeto “Próxima Parada: Travessia Corpos entre Partidas e Destino”, desenvolvido por estudantes de Teatro e Dança da Universidade Anhembi Morumbi (AMO) para a Unidade Curricular História da Arte Cênica, transforma uma viagem cotidiana em uma metáfora para as escolhas e os caminhos da vida.

A produção reúne elementos de teatro, dança e audiovisual. Na adaptação, o metrô assume o papel simbólico das barcas do Céu e do Inferno, enquanto personagens representam forças opostas que atravessam a jornada humana. A proposta aproxima uma obra clássica do cotidiano paulistano e convida o público a refletir sobre os caminhos percorridos ao longo da vida.

Uma obra clássica em um cenário contemporâneo

Considerado um dos principais nomes da dramaturgia portuguesa, Gil Vicente produziu obras que abordam comportamentos humanos, questões morais e relações sociais. Em Auto da Barca do Inferno, apresentado pela primeira vez em 1517, personagens de diferentes posições sociais chegam a um cais após a morte e são confrontados com o destino de suas almas.

A ideia de adaptar a obra surgiu durante uma atividade acadêmica em que os estudantes conheceram diferentes peças históricas. Segundo o grupo, a presença de integrantes de Teatro e Dança na mesma equipe motivou a busca por uma proposta que integrasse as duas linguagens artísticas.

Para justificar a escolha do cenário, os estudantes recorreram ao conceito de não-lugar, associado ao antropólogo Marc Augé e relacionado aos espaços de passagem e circulação. Nessa interpretação, o metrô representa as embarcações presentes na obra de Gil Vicente, transformando o deslocamento cotidiano em uma reflexão sobre escolhas e destinos.

O processo criativo foi desenvolvido coletivamente, desde a elaboração do roteiro até a construção das personagens, dos figurinos e da maquiagem. Embora inspirados no texto original, os personagens foram reinterpretados para se aproximarem de um contexto contemporâneo.

Uma das decisões mais marcantes foi não realizar ensaios antes das gravações. Mesmo com um roteiro definido, o grupo preferiu incorporar a espontaneidade e o improviso à produção.



Entre câmeras, passageiros e imprevistos

Gravar em um ambiente público trouxe desafios para os estudantes, principalmente devido à movimentação de passageiros e à necessidade de adaptar as cenas aos imprevistos. Responsável pela direção de filmagem, a estudante Ágatha Pires da Silva explica que o planejamento precisou caminhar junto com a espontaneidade. “Gravar no metrô é sempre um desafio, especialmente com a câmera, por conta da alta movimentação, tanto das pessoas, quanto do metrô em si. Tudo tem que ser bem planejado, mas ao mesmo tempo temos que contar com o imprevisto”, relata.

Entre as situações enfrentadas estavam passageiros passando diante da câmera, portas dos vagões fechando durante as cenas e preocupações relacionadas à segurança e à possibilidade de interrupção das filmagens.

Segundo o grupo, os imprevistos foram incorporados ao processo, em uma experiência próxima à espontaneidade do teatro de rua. Durante uma gravação, os estudantes chegaram a encontrar inesperadamente uma colega de classe, situação que se tornou uma lembrança divertida dos bastidores.




Da teoria à criação artística

Ipojucan Pereira, professor responsável pelo acompanhamento teórico do projeto, explica que o estudo de obras clássicas permite compreender a evolução da dramaturgia e as relações entre o teatro e a sociedade. Segundo ele, conhecer essas produções também ajuda os estudantes a relacionar o contexto histórico às possibilidades de criação artística contemporânea. “A ideia de um seminário, abrir espaço para a criação, é também a oportunidade de transformar essa matéria teórica em material de criação”, conta o docente.

Ipojucan diz que a proposta dos seminários práticos busca aproximar os conteúdos teóricos das experiências de atuação e criação artística. A atividade ofereceu aos estudantes a oportunidade de desenvolver interpretações próprias a partir das obras estudadas.

A liberdade criativa foi outro aspecto valorizado pelo professor. “Era muito importante dar essa liberdade para os alunos, para eles trazerem a visão deles sobre esses temas”, destaca Ipojucan, ao explicar que a autonomia permite aos estudantes relacionar temas presentes nas obras clássicas às próprias experiências e referências culturais.

Na avaliação do docente, essas produções continuam relevantes porque abordam questões humanas que atravessam diferentes épocas, como o amor e a morte. Por isso, podem ganhar novas interpretações e dialogar com públicos contemporâneos.

O professor também considera significativa a combinação de linguagens utilizada pelos estudantes, especialmente o encontro entre dança, teatro e audiovisual. Para ele, o uso desses recursos amplia as possibilidades de interpretação de uma obra histórica e enriquece o processo de criação.



Experiências e aprendizados do elenco

Além dos desafios técnicos, a produção proporcionou aos estudantes novas experiências de interpretação e trabalho coletivo.

Para Geovanna Império Baumann, um dos principais aprendizados foi atuar sem diálogos, utilizando expressões faciais para transmitir as emoções e a trajetória de sua personagem em poucos minutos. Ela também destacou a sintonia entre os integrantes durante a criação e as gravações.

Thales Samuel Fabiano de Alcantara teve a oportunidade de interpretar um personagem com características de vilão, experiência que ainda não havia vivenciado. Segundo ele, atuar dessa maneira diante de pessoas desconhecidas tornou o processo divertido e desafiador.

Já Isabela Duarte Fagundes Silva ressaltou o exercício de improvisar a partir das condições do ambiente e de encontrar soluções criativas para os problemas que surgiram durante a produção. Para ela, a experiência também contribuiu para o aprendizado sobre o trabalho em grupo.

Ágatha, por sua vez, destacou a importância de ouvir diferentes opiniões durante a criação coletiva. A estudante também pôde desenvolver habilidades técnicas relacionadas à edição de vídeo e ao uso do gimbal, equipamento utilizado para estabilizar imagens durante as gravações.

A música Roda Viva, de Chico Buarque, também serviu como referência musical e conceitual. Segundo o grupo, a canção dialoga com a ideia de forças que movimentam a vida e influenciam o destino dos personagens, muitas vezes sem que eles tenham controle sobre os acontecimentos.

Para os estudantes, a proposta não é apresentar uma interpretação única sobre a vida e o destino, mas permitir que cada espectador encontre seus próprios significados. Os estudantes envolvidos no projeto dizem que a mensagem principal é sobre como a vida não é sobre para onde vamos no final dela, mas as histórias que fazemos e os caminhos que traçamos na jornada.

Ao transportar uma obra do século XVI para o metrô paulistano, “Próxima Parada: Travessia” aproxima diferentes épocas e linguagens artísticas, mostrando como os clássicos podem inspirar novas reflexões sobre a experiência humana.




Ficha técnica

Projeto: Próxima Parada: Travessia Corpos entre Partidas e Destino (confira teaser aqui)
Elenco:
Ágatha Pires da Silva, Geovanna Império Baumann, Thales Samuel Fabiano de Alcantara, Isabela Duarte Fagundes Silva e Ana Carolina Garcia.
Direção criativa: Ágatha Pires da Silva, Geovanna Império Baumann, Thales Samuel Fabiano de Alcantara e Isabela Duarte Fagundes Silva.
Direção de filmagem: Ágatha Pires da Silva.
Assistência de filmagem: Karen Fujita.
Acompanhamento teórico: Prof. Robson Lourenço e Prof. Ipojucan Pereira.
Obra de referência: Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente.
Referência musical e conceitual: Roda Viva, de Chico Buarque.
Unidade Curricular: História da Arte Cênica – Universidade Anhembi Morumbi.

Texto de Ana Luiza Oliveira (Jornalismo), da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi. Fotos: Ágatha Pires da Silva.

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AMO COMUNICAÇÃO: Alunos da Anhembi ganham mais um troféu no maior Congresso de Comunicação do Brasil

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PREMIAÇÃO NO MAIOR CONGRESSO DE COMUNICAÇÃO

“BRIFA! – Criar sem falar nunca foi tão caótico”, Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Design Gráfico de estudantes da Universidade Anhembi Morumbi (AMO), com orientação dos professores Anna Resende e Ricardo Balija, ganhou o prêmio nacional da Exposição de Pesquisa Experimental em Comunicação (Expocom), durante o 49º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, promovido pela Intercom. O evento foi realizado em setembro de 2026, na Universidade Católica de Brasília (UCB), com o tema “Educação midiática para uma geopolítica em transformação”.

A proposta do projeto foi explorar os desafios da comunicação não verbal por meio de um jogo de tabuleiro cooperativo que simula a elaboração de um briefing para um projeto de Design e rendeu o primeiro lugar no maior congresso de Comunicação do Brasil .a categoria “Empreendedorismo em Comunicação”.

Na dinâmica, um dos participantes assume o papel de cliente, enquanto os demais interpretam os designers responsáveis por compreender suas necessidades e expectativas. O desafio é que o cliente só pode se comunicar por meio de cartas ilustradas, sem utilizar a fala. A partir dessa experiência, o jogo evidencia como falhas de comunicação entre contratantes e profissionais de Design podem comprometer a construção de um briefing, levando a resultados desalinhados às expectativas do cliente e a retrabalhos desnecessários.

Segundo o estudante Henrique Mendes, o desenvolvimento do projeto exigiu dedicação, mas também proporcionou momentos de descontração e liberdade criativa. “Foi um processo divertido, pois retratamos muito do que vivemos na profissão por meio de uma linguagem irônica em diversas peças, além de explorarmos referências ao próprio universo do Design na identidade visual”, relata.

A conquista nacional representa mais um reconhecimento para o grupo, que acumula premiações e indicações ao longo de 2026. De acordo com Henrique, o prêmio da Expocom é o terceiro troféu conquistado pelos estudantes neste ano. Entre os destaques anteriores estão o Anhembi Awards, na categoria Games, e o Intercom Sudeste 2026, cuja vitória garantiu a classificação para a etapa nacional. O projeto também figura entre os finalistas do LADAwards, uma das principais premiações de Design da América Latina.

Além de celebrar o resultado, o estudante ressalta a importância da experiência para a formação acadêmica e a trajetória profissional dos integrantes do grupo. Para ele, o reconhecimento em um congresso de abrangência nacional fortalece o projeto e amplia a visibilidade do trabalho desenvolvido ao longo da graduação.

“É uma conquista enorme para o projeto e para o grupo. Além de dar mais peso e credibilidade aos nossos portfólios, é uma realização pessoal muito grande, pois ganhar uma premiação desse porte era uma meta desde que começamos o curso e nos apresentaram essa possibilidade”, afirma Henrique.

A premiação marca, assim, não apenas o reconhecimento do trabalho desenvolvido pelos estudantes, mas também a concretização de um objetivo construído ao longo da graduação. Ao transformar desafios reais da profissão em uma experiência lúdica, o BRIFA! demonstra como o Design pode explorar diferentes formas de comunicação e estimular reflexões sobre as relações entre profissionais e clientes.

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO DESIGN: Seminários e exposição promovem diálogo entre arte e tecnologia

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De 28 a 30 de outubro de 2026, o Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi Universidade Anhembi Morumbi (AMO) recebe o VI Encontro DAT (Design, Art and Technology) e o II Encontro Interfaces Críticas, evento híbrido, com seminários on-line e uma exposição presencial no campus Vila Olímpia.

O encontro promove o diálogo entre arte, design, tecnologia e pesquisa. Nesta edição, os dois acontecem em conjunto, reunindo pesquisadores, artistas, professores e estudantes para o debate de questões que envolvem a arte, o design e a tecnologia na contemporaneidade.

A programação abordará temas como a autoria em processos mediados por inteligência artificial, os vieses algorítmicos, a ética, a vigilância de dados e as possibilidades de criação com novos meios. Seu objetivo também é discutir os impactos e as consequências do desenvolvimento e do uso dessas tecnologias na sociedade.

Para Priscila Arantes, doutora em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e professora titular do Programa de Pós-Graduação em Design da AMO, onde lidera o grupo CNPq Interfaces Críticas, a importância de na formação de pesquisadores, artistas e estudantes está na possibilidade de compreender como diferentes campos constroem suas perguntas e seus métodos. Para artistas e designers, é uma oportunidade de compartilhar seus processos e debater a produção criativa como uma forma de investigação e elaboração do conhecimento.

A professora Mônica Tavares, palestrante do evento, destaca que a arte e o design podem contribuir para uma reflexão crítica sobre o uso das tecnologias na sociedade contemporânea. “O design busca viabilizar soluções para o dia a dia, enquanto a arte é capaz de questionar as normas e regras impostas, causando estranhamento na comunidade. As diferenças e semelhanças entre essas disciplinas incentivam a reflexão crítica sobre a influência da tecnologia”, explica Mônica, pós-doutora pela Pennsylvania State University e pela Cornell University (2014), na interdisciplinaridade das Artes, Design e Mídias Digitais

“A arte e o design ajudam a revelar desigualdades, estimular debates e repensar novas formas de viver, contribuindo para uma compreensão crítica das transformações tecnológicas e para o uso mais consciente, ético e inclusivo da tecnologia”, destaca Priscila.

A edição de 2026 é organizada sob a coordenação de Gilbertto Prado, Milton Sogabe, Priscila Arantes e Suzete Venturelli, contando com palestras magnas e mesas com nomes da área, como Priscila Farias, Malu Fragoso, Monica Tavares e Juliana Henno.

VI Encontro DAT (Design, Art and Technology) e o II Encontro Interfaces Críticas
De 28 a 30 de outubro de 2026.
Evento híbrido, com seminários on-line e uma exposição presencial no campus Vila Olímpia (Rua Casa do Ator, 294).
Mais informações no perfil do Programa de Pós-Graduação em Design no instagram @ppgdesign_uam/ ou via site ppgdesign.com.br/ ou no perfil do Grupo de Pesquisa Interfaces Críticas – Design, Arte, Memória e Tecnologia @grupointerfacescriticas.
Inscrições aqui.

Texto de Ana Clara Brito (Jornalismo) da AGCOM, Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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AMO ÂNIMA HUB: Projeto de Iniciação Científica “TEA SoundScapes” alcança o pódio no Shark HUB na Categoria Base

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O Shark HUB é uma iniciativa do Ânima HUB voltada à apresentação, avaliação e reconhecimento de projetos desenvolvidos por estudantes dentro do ecossistema de inovação da instituição. A iniciativa reúne projetos de diferentes áreas e promove uma jornada de desenvolvimento que envolve pesquisa, inovação, empreendedorismo e soluções para desafios da sociedade. Ao longo do processo, os trabalhos são avaliados por uma banca e os projetos de destaque avançam nas etapas da competição, chegando à fase final e ao pódio.

Idealizado pelo Professor Orientador Felipe Faraco, o TEA SoundScapes é um projeto de iniciação científica desenvolvido por estudantes dos cursos de Psicologia, Produção Musical e Fonográfica, Marketing, Tecnologia da Informação e Rádio, TV e Internet da Universidade Anhembi Morumbi.

Em desenvolvimento pelos estudantes; Alice Sampaio Conson (Rádio, TV, Internet), Heitor Terciotte (Publicidade e Propaganda), Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica), Taís Rodrigues da Silva (Psicologia), Vinícius Montalvão Alvarado (Publicidade e Propaganda), Nickolas Peres Medeiros Alves (Produção Musical e Fonográfica) em conjunto com o professor orientador, o projeto busca investigar possibilidades relacionadas à experiência sonora e ao bem-estar de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) dentro de um escopo voltado às clínicas, reunindo conhecimentos de pesquisa, tecnologia, produção sonora e comunicação na construção da proposta.

O TEA SoundScapes chegou à grande final da categoria Base do Shark HUB, competição que reúne projetos desenvolvidos por estudantes de diferentes regiões do país. A iniciativa esteve entre os 1.758 projetos publicados em âmbito nacional e levou a Universidade Anhembi Morumbi à etapa final da competição.

Na avaliação final, o TEA SoundScapes conquistou o 3º lugar, após a apresentação do projeto para uma banca formada por profissionais e pesquisadores de diferentes áreas: Guilherme Fontana, gestor de Campus FPB (Ânima Educação); Ricardo Bicalho, professor e consultor em tecnologia, inteligência artificial e cibersegurança; Jordana Martins, professora e pesquisadora em Engenharia Mecânica; Carlos Estupiñán, professor doutor, nascido e formado em Física na Colômbia; e Washington do Monte, coordenador acadêmico.

Vencedores da Categoria Base – Shark HUB. Foto/Reprodução: @anima.hub

A apresentação do TEA SoundScapes na grande final do Shark HUB foi conduzida pelo estudante Rafael Domingos, do último semestre do curso de Produção Musical e Fonográfica da Universidade Anhembi Morumbi. A participação ocorreu ao vivo, com transmissão pelo YouTube, no canal oficial da Ânima Educação, @animaeducacao-tic, ampliando a visibilidade do projeto durante a etapa decisiva da competição.

O resultado marca uma etapa importante na trajetória do TEA SoundScapes, que continua em desenvolvimento pelos estudantes, sob orientação do professor Felipe Faraco. A participação na final também amplia a visibilidade da pesquisa desenvolvida na Universidade Anhembi Morumbi e de sua proposta voltada à relação entre tecnologia, som, inclusão e diversidade.

Texto de Rafael Domingos (Produção Musical e Fonográfica) da AGCOM, a Agência Experimental de Comunicação da AMO, com supervisão da Profa. Fernanda Iarossi.

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